A Polícia Civil de São Paulo prendeu dois empresários ligados ao MBL - Movimento Brasil Livre por suspeita de envolvimento no desvio de mais de R$ 400 milhões, segundo informações do Ministério Público Estadual. O órgão diz que o MBL recebia doações de forma suspeita por meio de cifras ocultas.
As buscas incluíram a sede do MBL, organização política brasileira que ganhou notoriedade ao apoiar tanto o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff quanto a eleição de Jair Bolsonaro, em 2018.
Segundo o MP, Carlos Afonso (Luciano Ayan) ameaça aqueles que questionam as finanças do MBL, dissemina fake news, criou ou é sócio de ao menos 4 empresas de fachada com indícios de movimentação financeira incompatível perante o fisco federal.
Já Alessander Monaco Ferreira teria realizado doações altamente suspeitas através da plataforma Google, criou ao menos duas empresas de fachada e viajou mais de 50 vezes para Brasília em dois anos com objetivos não especificados no Ministério da Educação.
Os chamados coordenadores nacionais do MBL já foram impelidos em outras ocasiões a apresentar suas contas publicamente por órgãos de imprensa mas nunca o fizeram.
A falta de transparência para divulgar suas contas já gerou uma série de teorias sobre quem patrocina o MBL. De testas de ferro da CIA a fantoches dos Irmãos Koch, um grupo empresarial norte-americano que apoiou o presidente Donald Trump nas últimas eleições dos EUA.
Agora a cereja deste bolo. O grande amigo e companheiro dos fascistas do MBL é o prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado.
Confiram na meiga e carinhosa foto abaixo o alcaide abraçado com os seus companheiros de política do MBL :
segunda-feira, 13 de julho de 2020
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