quarta-feira, 22 de julho de 2020

MEMÓRIA CURTA ! ! !

FOTO: Os ex-prefeitos André Benassi e Miguel Haddad, totalmente desprestigiados pelo governo do Estado de São Paulo.

O presidente do Aglomerado Urbano de Jundiaí, Luiz Fernando Machado foi recebido em uma audiência pelo secretário estadual de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, no Palácio dos Bandeirantes, para solicitar que o Aglomerado Urbano de Jundiaí seja separado da região de Campinas na avaliação de fases do Plano São Paulo de Retomada da Economia.

O prefeito Luiz Fernando Machado detalhou que a nossa região é formada por uma realidade distinta e não pode ser tratada da mesma forma que a região metropolitana de Campinas.

Oras bolas, a região de Jundiaí foi anexada à região de Campinas justamente nas administrações do PSDB. Essa gente tem memória curta, é ou não é ? Já que é assim, vamos relembrar algumas coisas que eles fazem questão de esquecer.

Através do Decreto nº 25.519, de 17 de Julho de 1986, o então governador Franco Montoro alterou a estrutura dos Departamentos Regionais de Saúde, adequando-os às Regiões de Governo e criando a seguinte estrutura:

I - Comissão Regional Interinstitucional de Saúde - CRIS, que se constituiu na instância interinstitucional de coordenação;
II - Escritório Regional de Saúde - ERSA, da Secretaria de Saúde, que se constituiu na unidade de gerência.

No que diz respeito à gerência, a cidade de Jundiaí foi designada neste decreto como ERSA 38, depois ERSA 42, compreendendo os municípios de Cabreúva, Campo Limpo Paulista, Itatiba, Itupeva, Jarinu, Jundiaí, Louveira, Morungaba e Várzea Paulista.

Já através do Decreto nº 40.397, de 23 de outubro de 1995, o então governador Mário Covas extinguiu o ERSA de Jundiaí, cuja região passou a fazer parte da Direção Regional de Saúde - DIR XII, atual Departamento Regional de Saúde VII - DRS VII, em Campinas.

Em 1995, quando Mário Covas anexou a região de Jundiaí à região de Campinas, exercia o seu mandato como deputado estadual o tucano Miguel Haddad, juntamente com André Benassi, então prefeito de Jundiaí. Ambos calaram-se e aceitaram como vassalos a extinção da região de saúde de Jundiaí dizendo amém ao governador.

Assim sendo, esta choradeira toda do prefeito Luiz Fernando Machado não procede, pois foram os seus próprios companheiros, os omissos André Benassi e Miguel Haddad, que fecharam os olhos para a anexação da cidade de Jundiaí à região de Campinas, mostrando um total desprestígio político de Jundiaí junto ao governo estadual.

segunda-feira, 20 de julho de 2020

FALÊNCIA PÚBLICA ! ! !

Os vereadores de Jundiaí aprovaram o Projeto de Lei nº 13.210/2020, do Prefeito Municipal, que suspende o recolhimento das contribuições previdenciárias patronais devidas pela prefeitura ao IPREJUN - Instituto de Previdência do Município de Jundiaí, durante o período entre 1º de março e 31 de dezembro de 2020.

A justificativa oferecida pelo alcaide foi a de " minimizar os impactos econômicos da pandemia nos cofres públicos municipais durante o exercício de 2020. "

Trocando em miúdos: A prefeitura vai dar mais um calote no servidor público municipal. Esta é a Jundiaí do futuro contada em prosa e verso pelo prefeito tucano Luiz Fernando Machado.

Esta catástrofe financeira se deve à incompetência administrativa do PSDB, em particular do gestor de finanças, José Antonio Parimoschi.

Senão, vejamos.

Até o final do ano, com este calote aprovado pelos sabujos vereadores, a dívida da prefeitura para com o IPREJUN chegará na casa dos R$ 393 milhões. O atual governo já tinha recebido do governo anterior uma dívida consolidada de R$ 95 milhões. Ainda será somado à estes números o empréstimo de R$ 200 milhões contraído pelo atual governo junto à Caixa Econômica Federal para asfaltar as ruas que já estão asfaltadas na cidade.

Ao final deste mandato a dívida total da prefeitura terá chegado a quase R$ 700 milhões. Apenas lembrando que recentemente o gestor de finanças declarou que a capacidade de investimento da prefeitura é de zero%, ou seja, todo o orçamento bilionário está sendo usado para pagar o custo da máquina pública.

Na realidade, caros amigos, toda esta hecatombe financeira será jogada nas costas do próximo prefeito.

Incompetentes, incapazes, inábeis, inaptos, ineptos, imperitos, incapacitados, desqualificados, ineficientes, ineficazes, barbeiros, desajeitados, desazados e todos os demais sinônimos que representam a falência técnica dos governos do PSDB.

Uma cidade com a grandeza do município de Jundiaí, sob todos os seus aspectos, está sendo governada há 40 anos por pessoas de baixíssima estatura técnica e política. Que pena !!!