A prefeitura de Jundiaí vai implantar este ano na chamada "escola inovadora" o uso coletivo de material escolar, ou seja, várias crianças vão usar o mesmo lápis, a mesma caneta, a mesma borracha, etc...
E o prefeito Luiz Fernando Machado e a sua gestora de educação, Vasti Ferrari Marques, não ficam nem vermelhos com isso. É o fim da picada. Vão dizer que vão economizar, que a prefeitura não tem dinheiro.
Essa conversa já cansou. Uma prefeitura que tem um orçamento na casa de R$ 2,5 bilhões não tem o direito de dizer que vai economizar com o material escolar para as crianças, na sua maioria carentes.
Apenas lembrando que os mais de 400 cargos de confiança nomeados pelo prefeito causam um custo ao erário municipal, somando os seus salários com os encargos trabalhistas, de R$ 50 milhões ao ano. Em quatro anos serão gastos R$ 200 milhões com os cabos eleitorais que farão campanha de graça para o PSDB nas eleições municipais de 2020.
E o prefeito e a gestora de educação tem a cara de pau, o desplante e a desfaçatez de vir propor a utilização coletiva de material escolar pelas crianças para economizar. A educação pública está morta e enterrada.
É como dizia o bom e velho Barão de Itararé: " Este mundo é redondo, mas está ficando muito chato ".
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
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