A Polícia Federal deflagrou a Operação Pedra no Caminho e prendeu 15 pessoas suspeitas de desviar dinheiro das obras do trecho Norte do Rodoanel Mário Covas. O Ministério Público Federal estima que houve um sobrepreço de R$ 600 milhões nos custos da obra.
Um dos presos é Laurence Casagrande Lourenço, ex-diretor presidente da Dersa, principal alvo da operação. No último ano, Laurence acumulou o cargo de Secretário de Transportes e Logística do governo tucano de Geraldo Alckmin.
Além de Laurence, a 5ª Vara Criminal da Justiça Federal em São Paulo expediu mandados de prisão temporária contra outras pessoas, entre elas o diretor de Engenharia da Dersa, Pedro da Silva. Em nota, a Dersa disse que Pedro da Silva foi diretor de engenharia da empresa até 29 de maio, quando foi demitido.
Durante outra operação da Polícia Federal, a Operação Saqueador, em delação premiada, o empresário Adir Assad afirmou que entregou dinheiro vivo a Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto. Ele era diretor da Dersa, empresa responsável por grandes obras viárias, como o Rodoanel.
Ainda em sua delação, o empresário Adir Assad falou que Paulo Preto solicitou sua ajuda para fazer entregas de dinheiro diretamente a Pedro da Silva. Na época, Pedro da Silva era funcionário da Dersa.
A situação sobre todo este escândalo fica ainda mais delicada quando vem à tona as relações que Pedro da Silva tinha com o então deputado estadual Luiz Fernando Machado, do PSDB, cujos detalhes foram mostrados em um vídeo altamente preocupante que chegou a circular nas redes sociais.
O atual prefeito de Jundiaí precisa vir a público dar explicações sobre o assunto para que não fique nenhuma dúvida no ar.
Confiram este bombástico vídeo onde são mostradas as relações entre Pedro da Silva e Luiz Fenando Machado:
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Assinar:
Postagens (Atom)

