segunda-feira, 15 de maio de 2017

ELE ESTÁ DE VOLTA ! ! !

Depois de um longo e tenebroso inverno o nosso bom amigo passarinho apareceu de novo como uma agradável surpresa.

Dia desses andávamos pelo calçadão do centro da cidade pensando na vida quando o nosso velho companheiro pousou perto de nosso ouvido para relatar as últimas notícias da política na cidade.

Disse ele que o fato que iria dizer era apenas uma confirmação de uma suspeita que apresentamos no blog há algum tempo.

E foi logo relatando o festival de tragédias que assola o poder público.

Falou o nosso amigo alado que o alcaide, Luiz Fernando Machado, não manda bulhufas na prefeitura.

Quem dá as ordens políticas é o lamentável deputado Miguel Haddad, e as ordens administrativas são o pai e o irmão, Srs. Gildo Rodrigues Machado e Frederico Augusto Arantes Machado, respectivamente.

Antes de comentarmos esta situação lastimável ele se adiantou.

Há alguns anos era a família Benassi. Depois veio a família Haddad. E agora a situação é ainda pior pois, além da família Machado, também a família Haddad continua dando as cartas na prefeitura.

Pois é. Uma prefeitura com um orçamento de R$ 2 bilhões ao ano; um executivo com 8.000 servidores públicos; com um dos maiores parques industriais do Brasil; a 9ª economia do Estado de São Paulo e a 18ª do país, há mais de 30 anos nas mãos de 2 famílias.

Mas isso não é por acaso. A cultura social do Brasil é essa mesmo. Só para entendermos melhor, dentro da reforma trabalhista, que Miguel Haddad votou a favor, existe um artigo dizendo que os trabalhadores rurais poderão ser contratados em troca de cama e comida, ou seja, estão novamente abrindo as portas da escravidão no país.

Diante da situação política familiar aqui em Jundiaí e das mudanças que irão ocorrer em Brasília, é bem provável que o deputado federal Miguel Haddad proponha uma mudança no slogan da bandeira nacional para: ORDEM, na senzala, E PROGRESSO, na Casa Grande.