domingo, 23 de setembro de 2012

A POLÍTICA DAS AGRESSÕES ! ! !

Tem uma máxima popular que diz o seguinte: " O poder é doce ". E parece que isto se aplica muito bem em Jundiaí. O grupo que aí está é capaz de qualquer coisa para não perder o poder político que tem em mãos há mais de 20 anos. Só que ele chegou a um estágio muito perigoso em suas ações. No início da campanha, o engº Pedro Bigardi recebeu, na calada na noite, ameaças telefônicas em sua residência. De uns tempos a esta parte todas as placas da oposição nas ruas estão sendo aniquiladas. Flagrados no momento da destruição, alguns elementos confessaram que estão sendo pagos para quebrar todas as placas da oposição e deixarem apenas as do candidato do PSDB, em pé. Há duas semanas uma garota, que trabalhava para o candidato a vereador Gerson Sartori, foi simplesmente espancada na rua por militantes do PSDB e teve de ser hospitalizada por ter ficado muito machucada. Devido às denúncias que temos feito neste blog, nós fomos, de maneira lamentável, ameaçados pelo Sr. Riad Haddad, irmão do prefeito Miguel Haddad, o que fez com que registrássemos um Boletim de Ocorrência no 1º Distrito Policial de Jundiaí. Com a realização deste B.O., a lei nos oferece um prazo de 6 meses para apresentarmos uma representação criminal contra o irmão do prefeito. Meus amigos, fazer política é isso ? Se militar na política é adotar ações deste tipo, realmente a nossa cidade está em maus lençóis. O desespero pela possibilidade da perda do poder político em Jundiaí tem levado o grupo dominante a atitudes deploráveis que, através de ameaças e agressões, tenta manter-se instalado no executivo a qualquer custo. Isto coloca a atividade política em um contraste absurdo a ponto de assistirmos cenas realmente cinematográficas, ou seja, enquanto nas páginas dos jornais inauguram uma biblioteca, nas ruas tratam os seus adversários à base de ameaças, socos e pontapés. Neste momento nos lembramos de grandes políticos do passado que governaram Jundiaí, como os ex-prefeitos Luiz Latorre e o Prof. Pedro Fávaro, homens honrados e que tinham como objetivo apenas servir ao povo e nunca se perpetuar no poder local. Mas hoje é diferente. A política virou profissão. A vida pública deixou de ser um instrumento de transformação social para se constituir em uma mera atividade patrimonialista, individual ou de grupos. Que pena. Poderia ser diferente. Quem sabe um dia voltemos a ter, no governo municipal, homens com a estatura política que a grandeza da cidade de Jundiaí exige e merece.