quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

FRAUDE NA MERENDA ! ! !

FOTO: Como deputados estaduais, Fernando Capez e Luiz Fernando Machado foram diletos amigos e companheiros políticos do PSDB.

O deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, Fernando Capez, acaba de ser indiciado pelo Procurador Geral de Justiça do Estado, Dr. Gianpaolo Smanio, sob a acusação de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso conhecido como a " máfia da merenda ".

O escândalo veio à tona há dois anos, com a deflagração da Operação Alba Branca, que detectou desvios em contratos da Secretaria de Educação do governo Geraldo Alckmin, também do PSDB, e em prefeituras. O procurador, entre outras medidas, pediu a suspensão imediata do mandato do parlamentar tucano.

Esta chamada " máfia da merenda " também já esteve em Jundiaí. Uma das empresas participantes deste esquema foi a Geraldo J. Coan, de 2002 a 2012, que manteve contrato com a prefeitura da cidade.

Na época, esta e outras empresas foram denunciadas à justiça pelo Ministério Público pelos crimes de formação de cartel, fraude em licitações, corrupção ativa e passiva de agentes públicos, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

Para lerem a matéria publicada no jornal Folha de São Paulo sobre a Geraldo J. Coan e a " máfia da merenda " cliquem aqui.

Vejam também no quadro abaixo a evolução contratual da empresa Geraldo J. Coan com a prefeitura de Jundiaí durante os governos do PSDB, comprometidos até o pescoço com a tal " máfia da merenda ":

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Apenas para não cair no esquecimento e mantermos vivos em nossa memória estes escândalos envolvendo os desvios milionários na merenda escolar, assistam abaixo a um vídeo bastante revelador sobre as práticas criminosas levadas a cabo com a alimentação das crianças:

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

MENTIRAS LUCRATIVAS ! ! !

Quanto mais passam os dias, maior o descaramento dos governos do PSDB em Jundiaí. Uma lástima. Uma farsa sem limites.

Em julho de 2017 foi encerrada uma concorrência pública para o corte do mato que praticamente engoliu a cidade. A empresa vencedora da licitação foi a FBF Construções e Serviços Eireli, que receberá pelo seu trabalho de cortar mato o valor de R$ 36.970.000,00.

Já no final de 2017 foi prorrogado o contrato com a Trail Infraestrutura Ltda., empresa do grupo Tejofran, que receberá R$ 17 milhões por trimestre para a coleta de lixo da cidade.

Qual não foi a nossa surpresa ao constatarmos que o matagal que tomou conta do município está sendo cortado pela Trail e não pela FBF, em um desvio claríssimo do objeto do contrato com a prefeitura.

Oras bolas, contrataram a FBF para cortar o mato e é a Trail que corta ? Então quer dizer que a FBF recebe os R$ 37 milhões para cortar o mato mas quem faz o serviço é a Trail ? Caros amigos, tem boi nessa linha.

A cidade de Jundiaí não pode mais ser tratada como se fosse a casa da Paraguaia, no saudoso Jardim Itatinga, perto do aeroporto de Viracopos.

Esses gestores inventados pelo prefeito tucano Luiz Fernando Machado não conseguem administrar nem uma viela sem saída, quanto mais uma cidade deste tamanho. Que tristeza, hein ?

Confiram no vídeo abaixo, que circula nas redes sociais, os trabalhadores da Trail confirmando que são eles é quem estão cortando o mato pelas ruas da cidade. Uma vergonha:

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

O MISTÉRIO TEJOFRAN ! ! !

Pelas mãos do falecido governador Mario Covas, do então prefeito André Benassi e do então vice-prefeito Miguel Haddad, todos eles do PSDB, a empresa Tejofran desembarcou em Jundiaí em 1994 e misteriosamente nunca mais foi embora.

No embalo do matagal que tomou conta de todo o município, das mentiras do PSDB, da incompetência geral da atual administração municipal e dos estratosféricos, absurdos e inaceitáveis R$ 36 milhões que a prefeitura vai pagar para uma empresa privada cortar o mato da cidade, vamos aqui colocar mais um pouco de pimenta nessa conversa.

Uma carta escrita pelo então Presidente do Senado, Renan Calheiros, a Fernando Henrique Cardoso, denunciava pressões do então governador Mario Covas, do PSDB, por negócios. Dizia o senador:

" A irritação do governador paulista com minhas atitudes chegou ao ápice quando revoguei a Concorrência nº 02/97 – DPF, consubstanciada no processo 08200007434/97-55, no valor de 170 milhões de reais, de interesse da Empresa Tejofran Saneamento e Serviços Gerais Ltda., muito ligada a ele e a seu filho, um certo Zuzinha, que detinha 20% do consórcio. Após ganhar a licitação, essa gente passou a exigir um escandaloso indexador em moeda americana com o obscuro objetivo de reajustar seus preços ".

A Tejofran era uma simples empresa de serviços gerais, nascida como um empresa de limpeza de escritórios e comprada em 1975 por Antonio Dias Felipe, o Português, amigo de Mario Covas e padrinho de seu filho Mario Covas Neto, o Zuzinha.

Porque uma empresa deste tipo foi parar numa lista com gigantes como a Siemens, a Alstom, a Mitsui e a Bombardier ?

Simples: a Tejofran está espalhada por todo o governo do Estado de São Paulo, prestando serviços a um número inimaginável de empresas em todos os governos tucanos. Senão vejamos:

- Faz a leitura da maioria dos medidores da Sabesp, da Comgás e da Eletropaulo.

- Faz medições em obras públicas.

- Opera unidades do Poupatempo.

- Opera, desde os tempos do governo Covas, a arrecadação de pedágios nas rodovias administradas pelo Dersa/DER.

- Faz a segurança do Metrô e também dos prédios onde funcionam pelo menos 10 secretarias e órgãos estaduais paulistas.

- Na CPTM, onde começou fazendo a varrição e limpeza dos vagões, hoje é sócia da Bombardier na reforma e modernização de trens e tem a mesma sociedade no Metrô.

- Os "pequenos contratos", que já nem eram tão pequenos assim, ficaram imensos e somaram bilhões com Geraldo Alckmin e José Serra.

Também em Jundiaí o Grupo Tejofran estendeu os seus inúmeros tentáculos. As empresas deste grupo que tem ligações com a prefeitura da cidade são as seguintes: CSJ - Companhia de Saneamento de Jundiaí, Power Systems Comércio e Serviços Ltda., Trail Infraestrutura Ltda. e Empresa Tejofran de Saneamento e Serviços Ltda., sendo que todas elas chegaram aqui pelas mãos do PSDB e pagas a peso de ouro.

Só um detalhe: A empresa Tejofran prestou serviços em Jundiaí desde 1994 em caráter emergencial e sem concorrência pública, sob as barbas dos ex-prefeitos André Benassi e Miguel Haddad.

Sinistro, muito sinistro tudo isso.

É como dizem pelas ruas deste município: " Existem mais mistérios entre o térreo e o 8º andar da prefeitura do que sonha a nossa vã filosofia ".

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

MENTIRAS E VOTOS ! ! !

FOTO: O transporte coletivo de Jundiaí, um dos mais caros do país, funciona diariamente superlotado colocando o seu sofrido usuário na situação de uma mera sardinha enlatada.

Mais uma vez, de maneira despudorada e totalmente descarada, o governo municipal mentiu para o povo de Jundiaí. O prefeito Luiz Fernando Machado disse, durante a sua campanha eleitoral, que a tarifa de ônibus não seria aumentada.

Dando risada da cara do povo, o alcaide acaba de reajustar o valor da passagem do transporte coletivo de R$ 3,80 para R$ 4,40.

Isso quer dizer o seguinte: A população tem que pagar a conta da incompetência administrativa deste bando de políticos parasitas que governa a nossa cidade há 35 anos.

Uma esculhambação total dessa gente que mama nas tetas do erário municipal sem o menor constrangimento.

Neste momento vale a pena lembrarmos de um fato. Durante uma das catastróficas administrações municipais do PSDB, foi levada a cabo uma concorrência pública de cartas marcadas, direcionada, para a concessão do transporte coletivo na cidade.

Somente um detalhe sobre esta licitação: Ninguém foi preso.

Apenas para termos uma pálida ideia do que está adormecido nos porões dos arquivos públicos de Jundiaí, leiam abaixo uma das exigências do tal edital de concorrência para o transporte coletivo a respeito da " localização de garagem ".

Em toda a face da terra, as únicas empresas que atendiam ao edital nesse quesito eram aquelas que operam na cidade há décadas:

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Na hora em que forem abertas as gavetas que guardam os documentos e os segredos dos últimos 35 anos de governo municipal, será um desastre sem precedentes na história da cidade. Muitos políticos que hoje posam de honestos, serão algemados e presos para mofarem na cadeia.

Mas nesse momento nada disso importa, não é mesmo ? O que interessa agora é mentirem para o povo, fazerem de conta que são bons gestores e garantirem a vitória nas próximas eleições.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

DESMASCARADO ! ! !

O deputado federal Miguel Haddad é cheio de fazer pose de moralista, gosta de bancar o bom gestor público, diz que nunca foi condenado por ações de seus governos e é o useiro e vezeiro em dizer que o PT representa tudo o que há de mal na história política do Brasil.

Assim sendo, após uma rapidíssima pesquisa sobre a vida política pregressa deste desprezível parlamentar do PSDB, notamos que suas administrações como prefeito da cidade estão envolvidas em uma série enorme de condenações no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Isso mostra de maneira clara e inequívoca que esta balela moralista do ex-prefeito não passa de uma bravata de tucano mentiroso.

É como diz a Bíblia: " Antes de apontar o argueiro no olho do seu próximo, retire a trave de seu próprio olho ".

Para começarmos bem este ano, que promete ser repleto de emoções, confiram algumas das inúmeras e intermináveis condenações do deputado federal Miguel Haddad quando governou este município:

TCE-SP - Processo nº 1185/003/12
- Prestação de contas de repasses públicos ao terceiro setor. Condenado. Recorreu, mas decisão foi mantida:
TCE-SP - Recurso ordinário nº 1185/003/12

TCE-SP - Processo nº 671/003/11
- Convênio firmado entre Prefeitura e associação para execução de serviços de saúde. Foi multado. A prestação de contas
referente a repasses efetuados por meio desta contratação também foi julgada irregular.

TCE-SP - Processo nº 2556/003/10
- Concorrência para concessão de operação de terminal rodoviário. Foi multado.

TCE-SP - Processo nº 027335/026/04
- Dispensa de licitação para prestação de serviços de transporte e saneamento municipal. Foi multado.

TCE-SP - Processo nº 42349/026/07
- Termo de aditamento em contratação para execução de obras públicas. Condenado. Recorreu, mas decisão foi mantida:
TCE-SP - Recurso ordinário nº 42349/026/07

TCE-SP - Processo nº 23437/026/99
- Admissão de pessoal por tempo determinado. Condenado. Recorreu, mas decisão foi mantida.

TCE-SP - Processo nº 840/026/07
- Foi multado por não cumprir determinação do tribunal ao deixar de apurar responsabilidade por licitação irregular. Recorreu,
mas multa foi mantida:
Recurso ordinário nº 840/026/07

TCE-SP - Processo nº 800167/144/10
- Condenado. Recorreu, mas decisão foi mantida:
TCE-SP - Recurso ordinário nº 800167/144/10

TCE-SP - Processo nº 800169/144/10
- Condenado. Recorreu, conseguindo apenas afastar a multa:
TCE-SP - Recurso ordinário nº 800169/144/10

TCE-SP - Processo nº 800168/144/10
- Foi multado por fracionamento irregular de licitação.

TJ-SP - Foro de Jundiaí - Ação popular nº 0025455-11.2003.8.26.0309
- Foi condenado em ação popular a ressarcir os cofres públicos municipais em decorrência de contrato firmado ilegalmente e sem licitação. O parlamentar recorreu ao TJSP com Agravo de instrumento nº 2062749-34.2014.8.26.0000 e Ação rescisória nº 2058851-13.2014.8.26.0000, mas a decisão foi mantida.

Também recorreu na terceira instância junto ao STF - Supremo Tribunal Federal - Agravo regimental com recurso extraordinário nº 743901/2013, que manteve a condenação.