segunda-feira, 25 de setembro de 2017

SEM EDUCAÇÃO ! ! !

FOTO: Esse trio está liquidando com a educação pública em Jundiaí.

Para começarmos a conversa vamos deixar bem claro que o prefeito Luiz Fernando Machado é cria política do deputado federal Miguel Haddad.

Fazem as suas manobras sempre a quatro mãos. E a liquidação de nossa educação pública é uma delas.

Para este projeto de sucatear o ensino municipal a serviço das escolas privadas, colocaram como gestor da educação o administrador José Antonio Parimoschi, que nunca administrou nada em sua vida privada e mal sabe tomar conta da chave do cofre, quanto mais poder entender a política de educação, setor imprescindível para o nosso futuro.

Pela enésima vez dizemos aqui que o gestor Parimoschi vive reclamando que recebeu muita dívida do governo anterior, esquecendo-se o ínclito burgomestre das finanças que ele próprio, no final de 2012, deixou para o seu sucessor uma dívida de R$ 355 milhões, conforme os nossos amigos podem conferir no quadro abaixo:

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Imprensa Oficial do Município - 29/11/13 - Página 54



Baseado nesta tese mentirosa da falta de dinheiro o gestor Parimoschi, responsável pela educação pública municipal, anunciou que vai reduzir o horário das escolas, ou seja, o ensino não ocorrerá mais em período integral e sim parcial porque o executivo está sem dinheiro.

Além disso, o guarda cofre Parimoschi está buscando parcerias com as empresas privadas para prestarem serviços educacionais gratuitos para a prefeitura, porque o executivo está sem dinheiro.

Disse ainda o gestor Parimoschi que é preciso que ocorra um estudo de demanda para a manutenção das escolas, como se a educação fosse um mero item de política econômica.

Apenas dois cometários sobre as barbaridades ditas por sua excelência, o monarca e gestor Parimoschi:

1) Se o prefeito Luiz Fernando Machado e o monarca e gestor Parimoschi exonerassem os mais de 400 cargos de confiança que estão nomeados na prefeitura, a um custo de R$ 50 milhões ao ano ( serão R$ 200 milhões em 4 anos ), haveria dinheiro mais do que suficiente para que houvesse uma administração competente da educação pública municipal.

2) Enquanto o gestor Parimoschi vai cometendo as suas barbaridades e liquidando com a educação pública, o prefeito Luiz Fernando Machado está fiscalizando o corte de mato na cidade em defesa de nossa "família tradicional jundiaiense", verdadeiro pilar da aristocracia política local.

Caros amigos, a cidade de Jundiaí não merece isso.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

FISCAL DA NATUREZA ! ! !

FOTO: O prefeito de Jundiaí fiscalizando o corte de mato da represa.

O prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado, e o gestor da Unidade de Governo e Finanças, José Antônio Parimoschi fizeram vistoria nas obras de limpeza da represa. O serviço tem como objetivo retirar a vegetação aquática identificada no reservatório.

Realmente está faltando serviço na prefeitura. É preciso que toda esta cidade se una e comece a dar trabalho para estes políticos que não tem o que fazer. É muito discurso e quase nenhum resultado.

A educação pública abandonada e sem secretário, a saúde pública no fundo do poço e com o Hospital São Vicente falido pela incompetência do PSDB, os serviços públicos inexistem com as ruas entregues às traças, o servidor público municipal sem aumento de salário neste ano, etc...

Com todo este caos tomando conta da cidade, o prefeito e seu servil e fiel escudeiro, que tem a chave do cofre, foram fiscalizar e vistoriar as atividades de corte de mato da represa.

Estão brincando de governar uma cidade. Este município não merece ser administrado por pessoas que não tem nenhum espírito público.

Com todos os gravíssimos problemas políticos, econômicos e sociais que assolam Jundiaí, os dirigentes tem a cara de pau de irem fiscalizar este corte de mato. Vão caçar sapo com bodoque.

Pelas barbas do profeta. É o fim da picada. É o ó do borogodó.

É como disse certa vez o nobre dramaturgo e jornalista irlandês George Bernard Shaw : " A democracia muitas vezes significa o poder nas mãos de uma maioria incompetente ".

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

SESSÃO DOS HORRORES ! ! !

Depois de um longo e tenebroso inverno estivemos presentes na sessão de ontem da Câmara Municipal de Jundiaí.

Mais uma vez o malfadado, infeliz e miserável projeto da " Escola Sem Partido " foi o alvo principal da noite.

O plenário estava lotado. A grande maioria dos presentes era formada por professores totalmente contrários à este projeto de lei desprezível e que só poderia partir da cabeça de quem não tem nada o que fazer.

A favor desta desgraça legislativa havia só uma meia dúzia de fascistas e viúvas da ditadura militar que ficaram rosnando o tempo todo.

Porém, o ponto alto desta vergonha toda foi a postura triste do autor do projeto, vereador Antonio Carlos Albino, do PSB, que ficou o tempo todo sorrindo e se divertindo com a turbulência toda ocorrida no plenário.

Não poderia ser diferente para um edil que não cumpre com o seu papel de fiscal do executivo, limitando-se a ficar de joelhos diante dos favores políticos recebidos do alcaide do município.

Aliás, este vereador não explicou até hoje as dúvidas que envolvem sua prestação de contas relativas às eleições de 2016.

Apenas relembrando: O vereador, que era investigador da polícia civil e recebendo um salário em torno de R$ 4 mil, declarou à Justiça Eleitoral, como candidato, um patrimônio de R$ 1.958.897,75.

Apenas 3 meses depois, já como vereador, apresentou junto à Câmara Municipal um outro patrimônio de R$ 4.530.000,00.

Explicar é preciso. Vamos lá vereador, força que o senhor consegue.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O PSDB E A CENSURA ! ! !

Na noite de sexta-feira uma liminar judicial suspendeu a apresentação de uma peça teatral que fazia parte da programação de teatro no SESC relativa à semana da diversidade sexual.

O prefeito Luiz Fernando Machado, do PSDB, apoiou este ato de censura colocando-se como defensor da " família tradicional jundiaiense ".

Oras bolas, caros amigos, que " família tradicional jundiaiense " é esta a que o alcaide se refere ?

É claro que não se trata da família do negro, do homossexual, do pobre ou do nordestino. O prefeito se referiu a uma vil elite branca, racista, discriminatória e escravagista que manipula esta cidade de acordo com os seus interesses políticos e comerciais.

Realmente vivemos tempos difíceis e de obscurantismo político.

Apenas para refrescarmos a memória, assistam a este vídeo que mostra uma época onde a censura fazia parte da vida política brasileira:

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

A GOSTOSA POLÍTICA ! ! !

" A prosperidade ou a ruína de um estado depende só da moralidade de seus governantes ". (Thomas More)

É a mais pura verdade. Uma frase cuja carapuça serve exatamente para os políticos da cidade de Jundiaí.

O atual governo do PSDB na cidade vive contando em prosa e verso que a administração anterior quebrou o município. Oras bolas, diante disso o prefeito e seus assessores deveriam economizar dinheiro para tamparem o buraco deixado pelo ex-prefeito.

Mas não é isso o que acontece nesta terra de Petronilha Antunes.

Nos primeiros meses deste ano, o nobre prefeito Luiz Fernando Machado e seus assessores gastaram, apenas com viagens e hospedagens, algo em torno de R$ 140 mil. Um escândalo !!!

Uma destas viagens do alcaide, pasmem os senhores, foi com destino a Brasília onde o prefeito foi assistir a posse no Supremo Tribunal Federal do ministro Alexandre de Moraes.

A pergunta que fica é a seguinte: O que esta viagem trouxe de útil para Jundiaí ? Nada, absolutamente nada.

Apenas recordando que este ministro foi advogado em pelo menos 123 processos ligados à Transcooper.

A Transcooper era a maior cooperativa de lotações da capital paulista. Entre janeiro de 2011 e janeiro de 2015, o atual ministro do STF era um de seus advogados.

Esta cooperativa era investigada por supostamente lavar o dinheiro que era obtido pelo PCC com o crime, segundo publicou o jornal O Estado de São Paulo em matéria que pode ser lida aqui.

Agora, a questão é a seguinte: Se a prefeitura não tem dinheiro eles não deveriam ter viajado às custas do erário municipal.

Enquanto tudo isso aconteceu, os funcionários do Hospital São Vicente ainda não receberam o seu 13º salário, que deveria ter sido depositado em dezembro de 2016.

A política é uma festa, é ou não é ? Todos eles passeando pelo país das maravilhas com tudo pago pelo nosso dinheiro.

Só por curiosidade, se os amigos quiserem consultar as mordomias dos governantes do PSDB de Jundiaí é só clicarem aqui