terça-feira, 30 de dezembro de 2014

PRESENTE DE GREGO ! ! !

Neste final de 2014 a cidade completa 22 anos de abandono político e administrativo. Nos 20 anos de domínio do PSDB o município esteve entregue à ganância de empresários que se beneficiaram da amizade com o poder. Agora, nos últimos 2 anos, a situação é a mesma. Se no governo federal há um relacionamento bastante amistoso com os banqueiros e com o agronegócio, o que representa uma tragédia para o povo brasileiro, a nível municipal este sentimento de paixão se repete entre o governo do PCdoB/PT e os empresários do transporte coletivo e da especulação imobiliária. Se as construtoras nadam de braçadas em uma cidade sem planejamento urbano devido à triste incompetência pública nesta área, com os donos das empresas de ônibus ocorre o mesmo. Neste final de ano o prefeito Pedro Bigardi autorizou um aumento na tarifa de transporte coletivo como um lindo presente seu para o povo jundiaiense. Isto quer dizer que enquanto nas festas de final de ano o cidadão terá de amargar uma tarifa que passará de R$ 3,00 para R$ 3,40 na cidade, os nobres proprietários do transporte coletivo estarão rindo à toa e abrindo uma deliciosa garrafa de champagne Veuve Clicquot Ponsardin em comemoração à extrema gentileza do alcaide que aumentou a tarifa desta maneira. Aos empresários tudo, ao povo as batatas. Agora, o pior de tudo isso é o seguinte: A população não poderia nem pedir para que o nobre Pedro Bigardi pegasse a sua malinha e fosse embora para casa cuidar de sua vida pois, se isto acontecesse, quem tomaria posse de nosso executivo em seu lugar seria o seu vice, Durval Orlato, o que de fato representaria uma tragédia ainda maior para todos. Pobre Jundiaí !!!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

A VIDA IMITA A ARTE ! ! !

" Trair e coçar é só começar ". Esta é uma peça de teatro há muito tempo em cartaz que possui um título bastante sugestivo e que cabe perfeitamente no atual momento político da cidade. Na vida real o principal ator desta peça é o atual prefeito Pedro Bigardi. A cinzenta e primeira grande traição ocorreu antes mesmo dele tomar posse quando teve a coragem, o desplante e o descaramento em aceitar sentar-se à mesa com o indigesto ex-vereador Jorge Haddad para os devidos acertos políticos no legislativo, concretizados na calada da noite. Toda a cidade sabe que a conquista da maioria dos vereadores da atual legislatura local se deu após a distribuição de argumentos políticos irrecusáveis por parte do grupo vencedor da eleição de 2012. Posteriormente os 140.000 eleitores foram traídos quando o prefeito Bigardi manteve o mesmo modelo político enfiado goela abaixo do povo de Jundiaí durante os 20 anos de domínio político do podre PSDB. Hoje, os vencedores e perdedores de 2012 estão do mesmo lado, praticando a mesma política e defendendo os mesmos e pífios interesses. Nos últimos dias deu-se a mais recente traição por parte do prefeito em exercício. Foi relativa à saída da prefeitura e também do PCdoB de seu companheiro de longos anos de atividade política, Cristiano Guimarães. Considerado o braço direito de Bigardi durante algumas décadas, Cristiano foi substituído pelo petista Liráucio Tarini Júnior, assessor do vereador Gerson Sartori. Esta atitude deixa clara a seguinte situação: O PT manda e o prefeito Pedro Bigardi obedece. Só um detalhe: Os 140.000 eleitores que deram a vitória ao atual e subserviente alcaide votaram nele e não no PT. Enfim, o quadro que se apresenta para toda a cidade é o de que no legislativo Gerson Sartori de mãos dadas com Jorge Haddad mandam e desmandam ao seu bel prazer. No executivo, o secretário Durval Orlato e, a partir de agora, Liráucio Tarini Junior, distribuirão as cartas políticas neste município. Então vem a pergunta: Mas e o prefeito, como fica nessa história ? Imitando e parafraseando a personagem Célia Caridosa de Melo da Escolinha do Professor Raimundo da TV quando era indagada a respeito de como ficavam os interesses do povo, podemos dizer que o prefeito Pedro Bigardi é apenas um mero detalhe sem importância.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

POBRE LEGISLATIVO ! ! !

" A unanimidade é burra ". Este pensamento tem dominado há muito tempo as relações humanas, principalmente quando se trata do jogo político. Aqui na cidade, em tempos imemoriais, ainda existiam as figuras da "situação" e da "oposição" que às vezes defendiam certas posições ideológicas e alguns princípios políticos. Porém, nos últimos 22 anos a coisa mudou de rumo. Neste período um grupo de pessoas espertas e muito bem articuladas tomou de assalto o poder político local através de um sistema de dominação política e de poder quase inexpugnável. Dentro deste embrulho foi colocada a egrégia Câmara Municipal, ou seja, os vereadores. Além dos envelopes amarelos que circulam livremente na política municipal, de uns tempos a esta parte a situação se radicalizou. Não querem nenhuma oposição. É o projeto "oposição zero". O presidente do legislativo, Gerson Sartori, elegeu-se por unanimidade. O novo presidente da casa, Marcelo Gastaldo, também elegeu-se por unanimidade. Com isso fica muito claro que, se antigamente ainda tínhamos um arremedo de oposição, a partir de agora a oposição morreu, ou seja, o PSDB juntamente com o PT e o PCdoB estão sentados confortavelmente à mesma mesa desfrutando da fartura que a vida pública proporciona. Tudo isso sob os olhares do matreiro e sagaz ex-vereador Jorge Haddad, o timoneiro de muitos dos acertos políticos legislativos jundiaienses. Com o fim das figuras da situação e da oposição por estas bandas chegamos à uma posição colocada por um antigo ditado que cabe muito bem no atual jogo de poder na cidade de Jundiaí: " À noite todos os gatos são pardos ".

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

TERRA DE NINGUÉM ! ! !

O tempo vai passando e a cidade de Jundiaí continua sendo uma mera propriedade de algumas famílias. Desde o governo do lamentável ex-prefeito Miguel Haddad estamos cobrando da prefeitura a reabertura do Jardim Ana Maria cujas ruas foram fechadas como se ali existisse algum condomínio. Já dissemos e repetimos agora: O fechamento do bairro é ilegal. Mas tanto o ex-alcaide tucano como o atual prefeito Pedro Bigardi fizeram de conta que não viram nada, permitindo mais este tapa na cara do povo de Jundiaí. Não bastasse este absurdo de os moradores do bairro fecharem as ruas com floreiras, o comércio da região ainda usa estes obstáculos como seu estacionamento gratuito e exclusivo, inclusive colocando placas escritas " sujeito a guincho ". Oras bolas, as ruas são públicas e não propriedade de alguns poucos privilegiados que fazem o que quer pela cidade, tudo de acordo com os seus interesses particulares. E o prefeito Bigardi está dormindo em berço esplêndido sonhando com as delícias que só a política oferece. Uma lástima. Um desplante. Uma desfaçatez. Um escárnio com todos os 400.000 habitantes deste município. Confiram nas fotos abaixo :

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

LAVA JATO EM JUNDIAÍ ! ! !

Antes de mostrarmos aqui a citação de Jundiaí na Operação Lava Jato da Polícia Federal é preciso relembrarmos alguns dos vários e tristes acontecimentos da cidade para que os amigos entendam claramente todo o processo ocorrido. Era o segundo mandato do ex-prefeito André Benassi, do PSDB, iniciado em 1993 e que tinha Miguel Haddad como o seu vice. Em uma auditoria feita na ocasião o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo constatou que a construção da represa chegou a ter um superfaturamento na obra de barragem de até 320%. Em sua sentença, a Egrégia Segunda Câmara do TCE-SP argumentou, entre outras coisas, o seguinte a respeito daquela obra :

"...Preços, em média, 30% superiores aos de mercado, com picos que chegam aos 320%..."

"...Além disso, os preços se revelam flagrantemente incompatíveis com os de mercado, como o custo exorbitante do canteiro de obras, comparado com obras de porte semelhante..."

"...São, também, irregularidades graves, mais do que suficientes para incriminar o procedimento sub examine..."


Este contrato assinado entre a DAE S/A e a empresa Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A foi parar na justiça pois a DAE S/A ficou devendo mais de R$ 15 milhões à empreiteira. Em sua sentença o meritíssimo juiz de direito, Dr. Leonardo Aigner Ribeiro, dentre outras considerações, colocou o seguinte :

"...À partir de setembro de 1997 não houve mais o pagamento das medições de obras que eram apresentadas, o que persistiu até fevereiro de 2000, tendo em decorrência havido a paralisação das obras. Aduz que o débito da requerida importa o montante de R$ 15.147.123,54 para o dia 31 de dezembro de 2003..."

"...Ante o exposto, julgo parcialmente procedente o pedido formulado por Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A contra DAE S/A – Água e Esgoto, com o fim de condenar este a pagar àquele os valores descriminados nas faturas juntadas aos autos, corrigidos monetariamente desde cada inadimplemento pelo IGP-M e com juros de mora de 6% ao ano até 10.01.03 e de 12% ao ano a partir dessa data. Em vista da sucumbência parcial e considerando o pouco tempo de tramitação da ação, bem como em observância ao princípio da causalidade, fixo a verba honorária em R$ 500.000,00, corrigidos monetariamente desde essa data. Custas de preparo serão calculadas pelas partes. P.R.I. Jundiaí, 13 de março de 2006, às 12:14:22. Leonardo Aigner Ribeiro Juiz de Direito. "

A revista Época desta semana trouxe uma reportagem citando este contrato da obra da represa de Jundiaí já que a Construtora Camargo Corrêa faz parte dos esquemas bilionários de corrupção da Petrobras desbaratados pela Polícia Federal. Na reportagem a revista diz :

O então deputado tucano José Aníbal, hoje suplente do senador José Serra, aparece três vezes na lista. Os pagamentos a ele somam US$ 90 mil. O primeiro, de US$ 40 mil, relacionado a um projeto de "canalização, pavimentação e ponte" em Botucatu. O segundo pagamento (US$ 30 mil) e o terceiro (US$ 20 mil), a um projeto que envolvia canalização, pavimentação e a construção de uma barragem em Jundiaí.

Uma das hipóteses para os pagamentos descritos na tabela da Camargo Corrêa envolve emendas parlamentares, um instrumento em que deputados e senadores destinam verbas do orçamento a projetos públicos, sobretudo obras. Nas emendas parlamentares de José Aníbal, há uma de R$ 200 mil, em 1995, para uma barragem em Jundiaí, como descrito na tabela da Camargo Corrêa.

Em 2009, a empreiteira Camargo Corrêa foi alvo da operação Castelo de Areia, que apurava suspeitas de corrupção e pagamento de propina a políticos para a obtenção de contratos com o governo. Na casa de um diretor da empresa, a PF apreendeu uma planilha cheia de siglas, nomes e números. Na ocasião, muitos atribuíram àquela planilha o caráter de prova definitiva de como o caixa dois da Camargo Corrêa era gerido, interpretavam siglas e nomes como se fossem políticos a quem se destinava propina.

Há três semanas, no curso das investigações da operação Lava Jato, a Polícia Federal prendeu três diretores da Camargo Corrêa, acusados de participar de um esquema de corrupção na Petrobras. Na ocasião, apelidada pela PF de "Juízo Final", os investigadores também apreenderam na sede da Camargo Corrêa uma outra planilha. Desta vez, uma tabela impressa, com nomes por extenso, em letra de forma. No documento, obtido por ÉPOCA, os executivos da Camargo Corrêa registram seis colunas: município, tipo de obra, valor estimado, projeto, edital e parlamentar. Na coluna de parlamentares, surgem nomes de políticos e valores em dólares. Na coluna de obras, aparecem 12 delas, todas em São Paulo, ordenadas por prioridade. Os números somam, segundo o documento, US$ 260 milhões. Sete políticos são citados ao lado de valores. A PF suspeita que esses valores se refiram a propina paga a esses políticos, provavelmente entre 1990 e 1995.


A DAE S/A assinou o contrato com a Camargo Corrêa em 1994.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

REJEITADAS AS CONTAS DO PSDB ! ! !

Todos sabemos que a sabuja imprensa de Jundiaí está preocupada mesmo é com as suas verbas de publicidade, sejam elas públicas ou privadas. A informação ? Ora, a informação. Isso não interessa. O que interessa é a grana. Como já sabemos que a imprensa local não vai divulgar nada, este blog publica: O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo reprovou a prestação de contas dos parlamentares tucanos eleitos por Jundiaí, Miguel Haddad e Luiz Fernando Machado. Isso quer dizer o seguinte: Há muito o que explicar por parte dos tucanos a respeito dos milhões e milhões de reais gastos por eles nas eleições de 2014. É claro, parte destes milhões foram gastos com publicidade eleitoral encomendada à imprensa local. Uma vergonha. É um enorme descaramento esta relação de promiscuidade financeira entre esses tucanos e a maioria da serviçal mídia local. Não podemos esquecer também daquela lamentável entrevista à Rádio Difusora Jundiaiense às vésperas do pleito que está sendo analisada pelo Ministério Público Eleitoral por ter sido um claríssimo favorecimento político ao PSDB, o que pode resultar na cassação do registro de candidatura e também do diploma dos espertinhos tucanos. Até quando a cidade de Jundiaí será vítima dessa gente ? Esta política intestina parece não ter fim. Confiram a rejeição das contas tucanas no link abaixo:

http://www.tre-sp.jus.br/noticias-tre-sp/2014/Dezembro/deputados-eleitos-em-sao-paulo-tem-contas-desaprovadas-pelo-tre

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

A GOSTOSA POLÍTICA ! ! !

FOTO: Ex-prefeito Miguel Haddad e o dep. fed. Paulinho da Força.

Toda a cidade de Jundiaí acompanhou de perto as eleições de 2014. De maneira inesperada o pífio candidato tucano e ex-prefeito Miguel Haddad elegeu-se deputado federal com uma votação muito estranha já que a quantidade de votos foi muito além de suas possibilidades políticas. De qualquer forma ele exercerá o seu mandato. Isso se ele não for cassado pelo TRE-SP por aquela entrevista que concedeu às vésperas do pleito à Rádio Difusora Jundiaiense. Apenas um detalhe queremos levantar neste momento. A Assembléia Geral Ordinária da CESP - Companhia Energética de São Paulo realizada no dia 24 de abril de 2013 elegeu o seu novo Conselho de Administração, que a partir daquele momento teria como presidente o amigo dos tucanos de Jundiaí, José Aníbal. Dentre os conselheiros eleitos estava o nobre ex-prefeito Miguel Haddad que, como conselheiro da CESP e também juntamente com seus pares, passaria a ser regiamente remunerado pela companhia. Assim sendo, colocamos as seguintes perguntas: Quando o ímpar deputado assumir o seu mandato ele vai renunciar ao cargo de conselheiro da CESP ? O eminente parlamentar abrirá mão de sua polpuda remuneração na companhia paulista ? Para que obtenham informação completa sobre este assunto acessem o link abaixo para lerem, na íntegra, a ata que deu assento a Miguel Haddad na CESP:

http://siteempresas.bovespa.com.br/DWL/FormDetalheDownload.asp?site=C&prot=382419

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

FESTAS E ABANDONO ! ! !

FOTO: Enquanto o prefeito só pensa em festas o município está entregue à especulação imobiliária. Como podemos notar na foto o festeiro alcaide está muito feliz ao lado de seus diletos amigos, os Drs. Márcio Franklin Nogueira e Cláudio Antonio Soares Levada.

Mesmo depois de 2 anos do "governo da mudança" do PCdoB/PT, que não mudou nada, as empreiteiras continuam deitando e rolando em Jundiaí. Enquanto a prefeitura e a secretaria de Planejamento e Meio Ambiente dormem em berço esplêndido, o mais novo condomínio de luxo está em andamento e localizado ao lado do chamado condomínio Jatobá, organizado pela construtora Santa Ângela. Naquele local as máquinas já estão movimentando o terreno para a obra onde serão aterradas nascentes de água. Isso mesmo. Mais nascentes de água irão desaparecer na cidade com essa obra capitaneada pela eminente construtora Santa Ângela. Alguns detalhes merecem uma analise mais minuciosa sobre o assunto. A Cartilha Técnica produzida pela Câmara Técnica de Conservação e Proteção aos Recursos Naturais (CTRN) dos Comitês das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, no Estado de São Paulo, define o que é nascente de água:

“Entende-se por nascente o afloramento do lençol freático, que vai dar origem a uma fonte de água de acúmulo (represa), ou cursos d’água (regatos, ribeirões e rios)."

A Resolução CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente) nº 303, de 20 de março de 2002, define em seu Artigo 3º as situações específicas em que são consideradas e constituídas as APPs, Áreas de Preservação Permanente:

Art. 3º Constitui Área de Preservação Permanente a área situada:
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II - ao redor de nascente ou olho d`água, ainda que intermitente, com raio mínimo de cinqüenta metros de tal forma que proteja, em cada caso, a bacia hidrográfica contribuinte.


Já a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 diz o seguinte sobre esta questão:

Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações:
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§ 3º - As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparar os danos causados.


Vale lembrar que segundo a Resolução SMA - 32, de 11-5-2010, da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, as punições para infrações ambientais são as seguintes:

Artigo 5º - As infrações ambientais serão punidas com as seguintes penalidades:

I - advertência;
II - multa simples;
III - multa diária;
IV - apreensão dos animais, produtos e subprodutos da fauna e flora e demais produtos e subprodutos objeto da infração, instrumentos, petrechos, equipamentos ou veículos de qualquer natureza utilizados na infração;
V - destruição ou inutilização do produto;
VI - suspensão de venda e fabricação do produto;
VII - embargo de obra ou atividade e suas respectivas áreas;
VIII - demolição de obra;

IX - restritiva de direitos.

Confiram abaixo imagens do empreendimento citado neste post:

Nas imagens extraídas do Google pode-se observar a região que está sendo desmatada e aterrada pela construtora em questão.

Nas imagens abaixo nota-se o trator realizando o aterramento de uma vasta área onde encontram-se em xeque nascentes de água.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

MIGUEL HADDAD AFUNDA O HOSPITAL ! ! !

Diante de tantos descalabros ocorridos com a nossa saúde pública nos últimos 22 anos, o último foi um desastre. A imprensa local, que está totalmente ajoelhada aos interesses econômicos da cidade, noticiou uma condenação do Hospital de Caridade São Vicente de Paulo que obriga aquele nosocômio a devolver à prefeitura quase R$ 60 milhões. Mas a notícia foi dada pela metade pois não foram divulgados todos os detalhes profundamente lamentáveis de todo esse processo, onde um dos responsáveis é o ex-prefeito Miguel Haddad. Vamos a eles:

Processo: TC-907/003/10

Convenente: Prefeitura Municipal de Jundiaí.

Conveniada: Hospital de Caridade São Vicente de Paulo.

Autoridades que firmaram o Instrumento: Miguel M. Haddad, Tânia Regina Gasparini Botelho Pupo e Marco Antonio Paes de Freitas.

Objeto: Prestação de assistência médico-hospitalar.

Em Julgamento: Convênio firmado em 07/10/09. Valor – R$ 89.041.628,28. Termo de Rerratificação celebrado em 05-04-10.


Ao analisar o repasse da prefeitura para o hospital o TCE encontrou fatos alarmantes, dentre os quais destacamos alguns. Diz o Relator:

"...No tocante ao valor pactuado entre os participes pelo período de 12 meses (cláusula 15ª), no importe de R$ 89.041.628,28, se confrontado com o Anexo I – Plano Operativo, fls. 80/92, apuramos considerável discrepância de valores, conforme segue:

Finalidade Diagnóstica: R$ 230.302,41;
Procedimentos clínicos: R$ 874.000,00;
Consultas médicas especializadas: R$ 29.589,33;
Procedimentos cirúrgicos: R$ 40.183,00;
Internações clínicas eletivas: R$ 278,50;
Internações cirúrgicas de urgência: R$ 502.550,00;
Internações cirúrgicas de urgência: R$ 695.765,00.

A cláusula 7ª dispõe que o pagamento será em 12 parcelas mensais de R$ 7.420.135,69, perfazendo montante de R$ 89.041.628,28. Contudo, tomando-se por base os valores acima, compostos pela media mensal financeira – Fonte SUS, o valor mensal a ser despendido seria de R$ 2.477.500,24, somando o montante anual de R$ 29.730.002,88.

Portanto, o valor pactuado no presente instrumento de convênio é 199,50% superior ao valor constante do Anexo I..."


Ou seja, o valor recebido pelo hospital foi quase 200% maior do que o devido. Trocando em miúdos: A prefeitura deveria repassar ao nosso hospital R$ 29.730.002,88, porém repassou R$ 89.041.628,28. Uma mísera diferença de quase R$ 60 milhões, que sabe-se lá onde foi. Uma barbaridade. Uma lástima. Uma desfaçatez com o nosso dinheiro público. Alguém vai ter de responder por este desfalque. E que fique bastante claro para toda a cidade de Jundiaí que o maior responsável por esta verdadeira tragédia econômica que se abateu sobre todo o hospital é o ex-prefeito Miguel Haddad, que não teve todo o devido cuidado de fiscalizar se estes milhões de reais que foram repassados pela prefeitura estavam sendo aplicados corretamente. Desta forma, o Hospital São Vicente tem a obrigação de acionar judicialmente o ex-prefeito tucano no sentido de que ele devolva todo este dinheiro, de seu próprio bolso, aos cofres do executivo municipal.

Para lerem a sentença, na íntegra, é só acessarem o link abaixo:

http://www2.tce.sp.gov.br/arqs_juri/pdf/434012.pdf

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

O ROUBO DO DINHEIRO PÚBLICO ! ! !

O programa Fantástico, da Rede Globo, apresentou neste domingo uma reportagem a respeito do assalto ao erário local praticado pelo prefeito e por 8 vereadores da cidade de Joaquim Gomes, no estado de Alagoas. Naquela localidade praticava-se o chamado "mensalinho", ou seja, a distribuição de propina por parte do alcaide para que os vereadores aprovassem tudo o que ele mandasse para o legislativo local. Flagrantes de desvio de dinheiro público que seria destinado ao atendimento de saúde e à merenda escolar do município alagoano. O prefeito foi afastado e dos 11 vereadores da cidade, 8 foram presos e também destituídos de suas funções. Este blog pergunta o seguinte: Será que isso não tem acontecido também em Jundiaí nos últimos 22 anos ? Será que os prefeitos que se sucedem não distribuem dinheiro para alguns vereadores para terem a maioria na Câmara Municipal ? Será que em Jundiaí alguns dos políticos também não deveriam estar presos, destituídos de seus cargos e respondendo a vários processos criminais ? Será que não existe o "mensalinho" em Jundiaí ? Pois é !!!

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

MOMENTO INESQUECÍVEL ! ! !

São dias de muitas festas para a nossa cidade afinal de contas surgiu um grupo que está disposto a pagar todas as dívidas do Galo da Serra do Japi: A empresa "Novo Paulista". A felicidade é tanta que podemos ver estampada no rosto de vários jundiaienses, dentre eles o prefeito municipal, Pedro Bigardi. Como constatamos na foto o alcaide estava esfuziante ao abraçar o seu velho camarada e companheiro de tantas jornadas políticas, o desembargador aposentado Dr. Márcio Franklin Nogueira, que agora será o timoneiro do Paulista. E Viva Jundiaí !!!

FOTO: Prefeito Municipal de Jundiaí, o nobre eng° Pedro Bigardi, e o desembargador aposentado Dr. Márcio Franklin Nogueira.

A presença na festa de várias autoridades do poder judiciário será a garantia de que as enormes dúvidas financeiras sobre o Paulista, que estão sem resposta até hoje, serão dirimidas em breve através de uma auditoria esclarecedora sobre a situação econômica do clube.

FOTO: O desembargador aposentado e novo mandatário do nosso Paulista, Dr. Márcio Franklin Nogueira, discursa para todos os presentes. Ao fundo, sentados, estão o desembargador Dr. Cláudio Antonio Soares Levada e o juiz de direito Dr. Maurício Garibe.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

ADMINISTRAÇÃO PERDIDA ! ! !

A situação financeira caótica do Hospital de Caridade São Vicente de Paulo não é de hoje. Ela é um acúmulo de má gestão que ocorre há 22 anos. Vale lembrar que em 1999, durante o governo do então prefeito Miguel Haddad, o Ministério da Saúde fez uma auditoria em Jundiaí e constatou que 45% das internações daquele hospital foram cobradas indevidamente do SUS, ou seja, foram fraudadas. Naquela época não aconteceu absolutamente nada porque o Presidente da República era do PSDB, o Ministro da Saúde era do PSDB, o Governador de São Paulo era do PSDB e o prefeito de Jundiaí era do PSDB. No ano eleitoral de 2012 quando Pedro Bigardi elegeu-se prefeito esperava-se que nossa prefeitura passasse a se submeter a um novo modelo político e de administração pública. Não aconteceu nada disso. E o pior. O atual alcaide veio com esta sandice de construir um novo hospital público na cidade, o que é um claro absurdo porque o executivo municipal não tem recursos para financiar e administrar três hospitais públicos em funcionamento. Dias atrás o nobre prefeito Bigardi veio à imprensa para explicar a crise do Hospital São Vicente e disse que este novo hospital da cidade, dados os problemas financeiros atuais, seria construído mais para a frente. Quer dizer, não vão mais construir é nada. Só que há um detalhe nesta história: A prefeitura contratou em 2013 a FUPAM - Fundação para a Pesquisa em Arquitetura e Ambiente para a elaboração técnica do plano diretor e dos projetos básicos de construção do novo hospital gastando míseros R$ 4.775.300,00. Uma pequena pergunta: Uma vez que este novo hospital foi para o espaço, quem vai devolver esse dinheiro todo aos cofres municipais ? Segue abaixo o extrato do contrato realizado entre a prefeitura e a FUPAM:

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

JUNDIAÍ NA ROTA DOS NEGÓCIOS ! ! !

Todos temos acompanhado os escândalos bilionários que envolvem as chamadas "quatro irmãs", ou seja, as empreiteiras Camargo Corrêa, OAS, Odebrecht e Andrade Gutierrez. À primeira vista parece que as atividades destas empresas estão muito longínquas de Jundiaí diante dos assaltos bilionários que estas promoveram nos polpudos cofres da Petrobras, segundo diz a Polícia Federal. Doce engano. Ao fazermos um pequeno exercício de memória nos lembramos que a empreiteira Andrade Gutierrez esteve fazendo obras na cidade durante o mandato do ex-prefeito Ibis Cruz. O resultado dos desmandos daqueles tempos foi uma rumorosa Ação Popular impetrada na justiça onde a referida construtora foi obrigada a devolver aos cofres de nosso município alguns milhões de reais relativos a superfaturamento daquelas obras. Posteriormente durante a gestão do nobre ex-prefeito André Benassi o egrégio Tribunal de Contas do Estado de São Paulo julgou irregular um contrato firmado entre Prefeitura de Jundiaí, através da DAE, e a construtora Camargo Corrêa. Para o TCE, foram irregulares também a concorrência pública para contratação da empresa, todos os termos aditivos, os termos de "re-ratificação" e também o ato determinativo de despesas. O TCE apontou ainda um superfaturamento da represa que atingiu até 320%. Recentemente a empresa Odebrecht esteve em Jundiaí para a construção de um mega condomínio comercial situado na região do Mosteiro de São Bento. Do dia para a noite a empresa fechou o seu stand de vendas e foi embora sem maiores explicações. Há algum tempo o atual prefeito Pedro Bigardi anunciou a construção da 1ª fase do BRT no município. Nesta etapa da obra serão investidos módicos R$ 125,1 milhões, sendo R$ 106,6 milhões de recursos do Governo Federal, pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e R$ 18,5 milhões de contrapartida do município. Informações tem chegado a este blog dando conta de que a empresa que vai realizar a obra já estaria definida antes mesmo da realização da concorrência pública. Isso mesmo. E o pior, meus caros amigos. A empresa que já teria "ganho" por antecipação a concorrência do BRT seria a OAS, a empreiteira que faltava das "quatro irmãs" para colocar os pés aqui em Jundiaí. Sinistro, muito sinistro tudo isso. Estamos de olho !!!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

MIGUEL HADDAD PERDE NO TJSP. DE NOVO ! ! !

Há alguns anos publicamos neste espaço uma minuta de um contrato entre o ex-prefeito Miguel Haddad e seus irmãos com a Fundação Cintra Gordinho para a execução de um loteamento de quase 3 milhões de m2 na região da Serra do Japi. O ex-alcaide moveu um processo judicial contra este blog por danos morais e materiais no que foi derrotado em seu intento no julgamento de 1ª instância na 4ª Vara Cível de Jundiaí. Inconformado, o tucano protocolou um recurso junto ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo chamado de "embargos de declaração", o qual foi rejeitado pelos meritíssimos desembargadores. Na sequência de todo o seu inconformismo, Miguel Haddad voltou a lançar mão de uma tentativa de reverter a situação registrando no TJSP um pedido de "recurso especial", ou seja, desta vez tentando um novo julgamento levando este processo ao Superior Tribunal de Justiça em Brasília. Novamente o tucano e seus irmãos foram derrotados em seus propósitos sendo também recusado este "recurso especial". Seguem abaixo algumas das alegações do emérito desembargador Presidente da Seção de Direito Privado do Tribunal de Justiça, Dr. Artur Marques da Silva Filho, sobre este recurso especial:

- ...Não se verifica a pretendida ofensa ao artigo 535 do Código de Processo Civil, porquanto as questões trazidas à baila foram todas apreciadas pelo v. acórdão atacado, naquilo que à Turma Julgadora pareceu pertinente à apreciação do recurso, com análise e avaliação dos elementos de convicção carreados para os autos...

- ...Quanto à alegada vulneração aos demais dispositivos arrolados, observe-se não ter sido demonstrada sua ocorrência, eis que as exigências legais na solução das questões de fato e de direito da lide foram atendidas pelo acórdão ao declinar as premissas nas quais assentada a decisão...

- ...Ademais, o acórdão, ao decidir da forma impugnada, assim o fez em decorrência de convicção formada pela Turma Julgadora diante das provas e das circunstâncias fáticas próprias do processo sub judice, sendo certo, por esse prisma, aterem-se as razões do recurso a uma perspectiva de reexame deses elementos. A esse objetivo, todavia, não se presta o reclamo, a teor do disposto na súmula 7 do Superior Tribunal de Justiça...

- ...Ante o exposto, nego seguimento ao recurso especial.

São Paulo, 6 de agosto de 2014.

ARTUR MARQUES DA SILVA FILHO
Presidente da Seção de Direito Privado do Tribunal de Justiça

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A POLÍCIA FEDERAL EM JUNDIAÍ ! ! !

A Polícia Federal deflagrou hoje a sétima fase da Operação Lava Jato, que investiga organizações criminosas responsáveis por desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro em grandes quantias. Foi decretado o bloqueio de aproximadamente R$ 720 milhões em bens pertencentes a 36 investigados.

Foram presos nesta sexta-feira o ex-diretor de Serviços e Engenharia da Petrobras, Renato Duque, em sua casa, na Barra, e executivos de empresas com contratos com a Petrobras: Ricardo Pessoa, presidente da UTC; José Ricardo Breghirolli, da OAS; Erton Medeiros Fonseca, da Galvão Engenharia, e Othon Zanoide Filho, diretor da Camargo Corrêa. Ainda tiveram a prisão temporária decretada José Adelmário Pinheiro Filho, presidente da construtora OAS, e Dalton dos Santos Avancini, presidente da Camargo Corrêa.

Ao todo, 300 policiais federais, com apoio de 50 servidores da Receita Federal, cumprem 85 mandados judiciais: 6 de prisão preventiva, 21 de prisão temporária, 9 de condução coercitiva e 49 de busca e apreensão nos estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, além do Distrito Federal. Entre os mandados de busca, 11 estão sendo cumpridos em grandes empresas.

Foi autorizado também o bloqueio integral de valores pertencentes a três empresas referentes a um dos operadores do esquema criminoso.

Esta sétima fase é fruto da análise do material apreendido e dos depoimentos colhidos nas fases anteriores.

Os envolvidos responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de organização criminosa, formação de cartel, corrupção, fraude à Lei de Licitações e lavagem de dinheiro.

DISCRIMINAÇÃO DOS MANDADOS POR ESTADO

PR – 2 mandados de busca e 1 mandado de prisão preventiva (todos em Curitiba);

DF – 1 mandado de busca e 1 mandado de prisão preventiva;

MG – 2 mandados de busca (todos em Belo Horizonte);

PE – 2 mandados de busca (todos em Recife);

RJ – 11 mandados de busca, 2 mandados de prisão preventiva e 4 mandados de prisão temporária;

SP (Capital) – 29 mandados de busca, 2 mandados de prisão preventiva, 15 mandados de prisão temporária e 9 conduções coercitivas;

Jundiaí/SP – 1 mandado de busca e 1 mandado de prisão temporária;

Santos/SP – 1 mandado de busca e 1 mandado de prisão temporária.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

A EDUCAÇÃO NO FIO DA NAVALHA ! ! !

Há alguns dias noticiamos neste blog a contratação de uma empresa chamada Planeta Educação Gráfica e Editora Ltda. pela Secretaria Municipal de Educação de Jundiaí cujo valor módico e irrisório foi de R$ 17.748.028,08 para a prestação de serviços educacionais. Porém, após uma breve investigação na internet constatamos que a referida empresa já esteve envolvida em vários embates públicos, contratuais e jurídicos, em outros municípios. Acompanhem nos textos abaixo:

Denúncia anônima feita ao Gaeco ABC (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público, indicou com um mês de antecedência o vencedor do processo de compras 80.167/2013, aberto pela secretária de Educação de São Bernardo, Cleuza Repulho (PT), para executar serviço de implementação de sistema integrado de gestão educacional no município.

A acusação, formalizada junto ao Gaeco ABC no dia 6 de março, apontou que a empresa Planeta Educação Gráfica e Editora Ltda, com sede em São José dos Campos (interior de São Paulo), triunfaria na concorrência pública porque servidores e integrantes do alto escalão da administração do prefeito Luiz Marinho (PT) agiram diretamente para direcionar o certame. Há citações diretas ao secretários petistas Augusto Pereira (Administração e Modernização) e Tarcísio Secoli (Serviços Urbanos), além de Cleuza.

No dia 16 de abril, a Prefeitura anunciou que a Planeta Educação executaria o serviço, exatamente como descrito na denúncia encaminhada ao MP. O contrato, de duração de dois anos, renderá R$ 7,5 milhões à companhia.

A principal contestação ao edital era a exigência de comprovação de que a concorrente possuísse capital de pelo menos 10% do custo do serviço a ser implementado na Pasta de Educação. Ou seja, pela quantia fechada pelo Paço, a terceirizada interessada precisaria ter patrimônio de ao menos R$ 750 mil.

À Junta Comercial, a Planeta Educação declarou ter R$ 3 milhões. “Manobra essa privilegiou a empresa Planeta Educação (...) e impediu outras empresas com cabidal técnico de participar do certame”, narrou o denunciante ao Gaeco.

Durante o processo licitatório, duas empresas – Fram Consulting Ltda e Webcasters Serviços de Software Ltda – questionaram o ponto no edital no qual há suspeita de direcionamento. O Paço negou a representação contra o documento alegando que tal exigência estava embasada em dispositivo assinado pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado).

O Gaeco ABC remeteu o caso à Promotoria de Justiça do Patrimônio Público de São Bernardo, no MP. O grupo não abriu a investigação por não haver caracterização de prática de fraude protagonizada por organização criminosa.

A Prefeitura não se manifestou sobre o caso, que relembra a contratação da empresa New Quality Indústria e Comércio de Carnes e Produtos Alimentícios para fornecimento de salsichas congeladas de peru. Em julho, munícipe registrou em cartório que a New Quality venceria a licitação um dia antes de o resultado ser divulgado. A denúncia é investigada pela Polícia Civil.

Responsáveis pela Planeta Educação não foram localizados pela equipe do Diário.

FONTE: Diário do Grande ABC

LINK: http://www.dgabc.com.br/Noticia/526958/edital-teve-vencedor-um-mes-antes-de-resultado?referencia=minuto-a-minuto-topo
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Já o requerimento de número 65/2012 solicita cópia do Procedimento PA 3846/2012 referente à anulação da rescisão contratual efetuada pela Prefeitura junto à empresa Planeta Educação Gráfica e Editora Ltda., bem como pede a justificativa da referida anulação, uma vez que, segundo informações, ela teria sido feita por recomendação do TCE – Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

As informações que circularam pela imprensa da cidade davam conta de que o contrato teria sido rescindido devido ao alto custo que o mesmo representava para os cofres municipais. Contudo, outros informes discorriam sobre a recomendação do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, que informava ser o contrato 160% acima do valor a ser pago. É necessário que se esclareça esse fato.

FONTE: Jornal O Debate - São Manuel

LINK: http://odebateregional.com.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=7&Itemid=3¬=9207
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Um jornal destacou: “Clayton investiga contrato com Planeta Educação”, e segue: “A Comissão Especial de Inquérito (CEI) que investiga indícios de improbidade administrativa na Secretaria de Educação de Bertioga, em virtude do contrato firmado com a empresa Planeta Educação Gráfica e Editora Ltda., já iniciou os trabalhos”. Um dos membros do CEI é o vereador Pastor Clayton.

A assessoria do Pastor Clayton – que teria passado a “informação” ao jornal – sobre a CEI da Planeta Educação, formada pelo Pastor Clayton (presidente), Taciano (relator) e Caio Matheus (membro); não avisou o jornal que a CEI foi arquivada no inicio do ano, sem sequer chegar a mexer no caso. A CEI foi formada a pedido do vereador Renatinho (PT).

Na mesma reportagem o texto diz: “Após visitação às escolas da cidade, o vereador Pastor Clayton ficou indignado com as condições de alguns prédios que estão em péssimo estado de conservação, apresentando rachaduras, sinais de umidade, entre outros problemas.” O vereador questiona o descaso, já que a verba destinada à Educação no Município é de R$ 75 milhões. A ressalva: além de presidir a CEI que deveria investigar a Planeta Educação, Pastor Clayton votou favorável a Orlandini e contra a formação de uma CEI para apurar a denúncia que resultaria no processo de cassação ou não do prefeito no Caso das Escolas.

FONTE: Site Tudo em Bertioga

LINK: http://tudoembertioga.com.br/noticia.php?id_noticia=387

sábado, 8 de novembro de 2014

A ETERNA ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA ! ! !

" Há fortes indícios de priorização aos interesses particulares dos donos das áreas em detrimento ao interesse público, além de total ausência de diálogo com a sociedade civil, sem a devida observância do Plano Diretor, Estatuto da Cidade e ao arrepio da Constituição ". Estas colocações fazem parte de uma liminar pedida pelo Ministério Público e concedida pelo juiz da Vara da Fazenda Pública de Jundiaí, Dr. Paulo Roberto Ferreira Sampaio, aos desprezados moradores do Bairro do Poste e do Castanho que estão extremamente revoltados com a ressetorização destas regiões para a construção de um enorme conjunto habitacional relacionado ao projeto Minha Casa Minha Vida. Já o nobre promotor Claudemir Battalini, autor do pedido de liminar, argumenta o seguinte a respeito desta inaceitável ressetorização: "Modificaram pontualmente, sem o término da análise do Plano Diretor Participativo. Não pode haver alterações ao sabor dos interesses de A, B ou C". Caros amigos, afinal de contas quem serão os privilegiados nesta história ? Quem são estes A, B ou C citados pelo promotor ? A quem se refere o juiz quando fala em "priorização aos interesses particulares dos donos das áreas" ? Independente de quem vai ganhar dinheiro com esse projeto fica claro que o poder público continua de joelhos frente à especulação imobiliária que corre solta na cidade há 22 anos. Executivo e legislativo estão de mãos dadas para favorecerem aos proprietários de terras de toda a cidade, particularmente nestes dois bairros. Quando o PSDB administrava Jundiaí isso já era rotina. Porém, o atual governo, que sustentou que mudaria o modelo de gestão no município, faz a mesma coisa que os tucanos. Inclusive o diretor da Câmara Municipal, ex-vereador Jorge Haddad, continua dando as cartas como outrora. E a população que se vire na justiça para fazer valer todos os seus direitos. Uma lástima.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

UM NOVO PAULISTA ?

NA FOTO: Os nobres desembargadores Márcio Franklin Nogueira (terno preto) e Cláudio Antonio Soares Levada (camisa branca) serão os novos dirigentes do Paulista Futebol Clube de Jundiaí.

Pois é. Só podem estar de brincadeira. Estão soltando fogos pelo fato de uma "nova" diretoria estar assumindo o nosso querido Paulista Futebol Clube. Pode até existir neste grupo alguns novos empresários bem intencionados que vão colocar dinheiro para pagar as dívidas do clube. Mas o fato é o seguinte: Quem vai mandar mesmo são os de sempre. O grupo que assumiu quer que o atual presidente, Djair Bocanella, continue. Os outros membros da empresa "Novo Paulista" são, entre outros: Luiz Roberto Raimundo (Pitico), Vanoil da Rocha Pereira e o Desembargador Cláudio Antonio Soares Levada como presidente do Conselho Consultivo. Oras bolas, todos eles já faziam parte da era Eduardo dos Santos Palhares o que significa que de novo não teremos nada. Criaram uma nova empresa para cuidar do futebol chamada "Novo Paulista", cujo presidente é o nobre desembargador aposentado Márcio Franklin Nogueira, que não entende absolutamente nada de futebol. Não bastasse isso, o novíssimo Conselho Fiscal, que mais parece o diretório municipal do PSDB, será representado pelas seguintes pessoas: Sérgio Del Porto, José Jacob Carbonari e Nivaldo Benassi. Porém, caros amigos, antes dos "novos" assumirem, muitas perguntas precisam ser respondidas. Por exemplo: O que aconteceu com a empresa Paulista Participações Ltda. onde um dos dois sócios era o ex-presidente Eduardo dos Santos Palhares ? A nova empresa "Novo Paulista" vai assumir toda a dívida do clube que, segundo informações, chegaria a R$ 27 milhões ? Este novo grupo esclarecerá à cidade o que foi feito com o dinheiro herdado da Parmalat e dos milhões arrecadados com a venda de grandes jogadores que passaram por aqui ? Alguém vai fazer alguma auditoria no período em que o banco Fator esteve aqui, onde prometeu investir US$ 60 milhões e quando foi embora deixou apenas uma dívida milionária para o nosso Paulista pagar ? Como o Paulista vai ser capitaneado por dois nobres meritíssimos desembargadores nada mais correto que eles venham a público para passarem o clube a limpo, afinal de contas é o mínimo que se espera a respeito do maior patrimônio esportivo de Jundiaí.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

INEXPLICÁVEL EDUCAÇÃO ! ! !

Imprensa Oficial do Município

Data: 31/10/2014

Contratante: Prefeitura do Município de Jundiaí

Contratada: Planeta Educação Gráfica e Editora Ltda.

Processo n° 24.063-1/13

Assinatura: 29/10/2014

Valor: R$ 17.748.028,08

Objeto: PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS COMPREENDENDO PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO, NAS ÁREAS DE METODOLOGIA DE APRENDIZADO DINÂMICO, GESTÃO EDUCACIONAL, ESCOLA TOTAL, PROGRAMA FAMÍLIA-ESCOLA, MONITORAMENTO ESCOLAR E PORTAL EDUCATIVO WEB.


Como é gostoso torrar dinheiro, é ou não é ? Pensa assim também o nobre secretário de educação, Durval Orlato. Vão gastar módicos e míseros R$ 18 milhões nesta terceirização de serviços educacionais. Seria isso necessário ? Oras bolas, a nossa secretaria de educação tem 3.500 funcionários e dezenas de cargos de confiança. Será que não há ninguém que poderia desenvolver estes projetos ? Então o atual desgoverno nomeou todos estes cargos de confiança para quê ? Pois é. Enquanto caminha esta administração perdulária, falta tudo na rede. Sem dizer que as crianças continuam chegando à 5ª série como analfabetas funcionais, ou seja, sem saber ler e nem escrever corretamente, assim como ocorreu nos 20 anos nefastos de domínio do PSDB. Desta forma, a rotina deste intragável modelo político falido que prevalece há quase 22 anos no município continua. Pobre Jundiaí.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

CASSAÇÕES EM MARCHA ! ! !

Logo após o primeiro turno das eleições de 2014 o PCB - Partido Comunista Brasileiro protocolou no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo uma denúncia a respeito de mais uma ilegalidade cometida em Jundiaí. Os então candidatos Miguel Haddad, Luiz Fernando Machado e Aloysio Nunes Ferreira, todos do PSDB, foram alvos de entrevista na Rádio Difusora Jundiaiense, o que contrariou a legislação pelo fato de que, além do favorecimento destas candidaturas, no período eleitoral os candidatos só podem se manifestar no chamado Horário Eleitoral Gratuito. Nesta denúncia pedimos à justiça a cassação do registro de candidatura dos 3 tucanos assim como solicitamos ao TRE-SP que oficiasse ao Ministério das Comunicações pedindo também a cassação da concessão federal daquela emissora. Esta denúncia já está em trâmite há algum tempo e no momento encontra-se no gabinete do Procurador Regional Eleitoral de São Paulo que, após todas as suas avaliações jurídicas, deverá encaminhar o seu parecer ao TRE-SP para o devido julgamento. Se voltarmos um pouco no tempo vamos constatar que Miguel Haddad e Luiz Fernando Machado já estiveram envolvidos em um outro rumoroso processo de cassação de mandato. Nas eleições municipais de 2008 os tucanos foram cassados 6 vezes pela Justiça Eleitoral de Jundiaí por várias irregularidades: Mau uso e abuso de veículo de comunicação, captação ilícita de sufrágio, abuso do poder econômico, uso da máquina pública municipal em benefício de candidatura e abuso de poder de autoridade em benefício dos candidatos. Na época, após as 6 cassações, os tucanos entraram com recurso junto ao TRE-SP onde encaminharam ao então relator destas cassações argumentos políticos irrecusáveis, o que fez com que eles escapassem destas penalidades. Agora ocorreu outra irregularidade. Esperamos que o TRE-SP siga à risca a legislação pois as letras da lei devem estar sempre acima de qualquer tipo de argumento político.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

INTERMINÁVEL POLÍTICA DA ENGANAÇÃO ! ! !

Enquanto a prefeitura anuncia a inauguração do túnel da Ponte São João, que não vai melhorar em nada o já sobrecarregado trânsito daquela região, a população da Vila Progresso continua abandonada. O ex-prefeito Miguel Haddad e o atual prefeito Pedro Bigardi, que podem estar juntos na inauguração deste túnel que custou R$ 35 milhões ao erário, viraram as costas para a zona sul da cidade. O ex-alcaide tucano prometeu construir o PA na Rua Zuferey e nada fez. O atual, prometeu construir a UPA no mesmo local e até agora também ali nada fez. Promessas não cumpridas. Compromissos esquecidos. Projetos abandonados. Esta tem sido, e continua sendo, a tônica da política local. Candidatos bem vestidos, falando frases bonitas em época de eleição, comportando-se de maneira politicamente correta, mas que quando assumem vão tratar de seus próprios interesses políticos. O povo nessa hora é apenas um detalhe sem importância. Confiram as fotos sobre aquela fantasmagórica unidade de saúde.

O ex-prefeito do PSDB, Miguel Haddad, enganou a população da Vila Progresso prometendo e não concretizando a construção do Pronto Atendimento naquele bairro durante o seu mandato.

O atual prefeito, Pedro Bigardi, também está enganando toda a população da Vila Progresso pois prometeu a construção da UPA naquele bairro e o terreno da Rua Zuferey continua abandonado.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

MIGUEL HADDAD DEVE EXPLICAÇÕES ! ! !

Recentemente o egrégio Tribunal de Contas do Estado de São Paulo considerou irregulares a prestação de contas e os repasses públicos concedidos, no ano de 2011, pela Prefeitura Municipal de Jundiaí ao Hospital de Caridade São Vicente de Paulo durante a gestão do então prefeito Miguel Haddad. O valor do referido repasse consistiu em módicos e irrisórios R$ 69.631.129,09. Entre as inúmeras e sinistras irregularidades apontadas pelo TCE-SP consta que "os recursos da entidade não foram movimentados em conta específica". Oras bolas, como assim ? Todo o dinheiro que chega ao hospital, seja qual for a sua origem, tem de ser depositado em conta específica para depois ser utilizado no pagamento dos serviços prestados pela entidade. Se não foram depositados em conta específica, foram movimentados como ? Em que conta corrente foram depositados ? Então quer dizer que R$ 70 milhões ficaram circulando no ar ? Caros amigos, isso é simplesmente inacreditável. Assim sendo, o escritor e ex-prefeito Miguel Haddad tem a obrigação de parar de fazer pose de bom moço na imprensa local e vir a público para dar explicações sobre mais este absurdo ocorrido em seu desgoverno. Ele precisa, sim, publicamente esclarecer as afirmações do TCE-SP que apontou o seguinte:

"...As falhas que ensejaram no julgamento irregular da matéria decorrem, também, da fragilidade dos mecanismos de controle interno, que poderiam, inclusive, ter prejudicado a escorreita execução dos serviços de saúde, e, por consequência, o atendimento à população.

Por essa razão, é necessário rigor pela Administração Pública no gerenciamento e no controle dos recursos repassados a essas entidades, mediante a adoção de medidas saneadoras com vistas à regularização de situações como as reveladas neste processado..."


Para lerem a sentença do TCE-SP na íntegra acessem o link abaixo:

http://www2.tce.sp.gov.br/arqs_juri/pdf/427430.pdf

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

ANDRÉ BENASSI PERDE NO TRIBUNAL ! ! !

Há alguns anos retratamos neste blog a situação política da época onde um domínio público inexpugnável estava em marcha na cidade protagonizado pelo PSDB local, cujo objetivo era perpetuar-se na vida pública de Jundiaí. Naquela época fizemos duras críticas à postura política de dominação dos líderes deste partido, entre eles o ex-prefeito André Benassi. A realidade mostrada neste blog valeu um processo judicial por parte do tucano Benassi que tentou, de todas as formas, censurar e calar a boca deste espaço. Em decisão de 1ª instância um magistrado local deu guarida aos argumentos do ex-prefeito. Decisão judicial não se discute, cumpre-se. Foi então o que fizemos. Porém, exercemos o nosso direito legal e recorremos ao egrégio Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo onde solicitamos àquela colenda corte que reformasse a sentença a bem da liberdade de expressão e da democracia. Em decisão publicada no dia de ontem em seu site, o TJSP reformou, por unanimidade, a sentença de 1ª instância dando provimento ao nosso recurso que foi analisado pelos meritíssimos desembargadores Piva Rodrigues, Galdino Toledo Júnior e Mauro Conti Machado. Leiam abaixo alguns parágrafos da sentença que, depois de 5 anos, deu ganho de causa a este blog:

"...A inicial traz trechos do blog mantido pelo réu reputados como ofensivos e dissociados da verdade, o que não se verifica, contudo..."

"...Com a devida vênia, para além do fato de que não há na sentença descrição explícita dos eventos publicados pelo réu, tampouco da forma pela qual tais divulgações e comentários teriam configurado abuso da liberdade de expressão, a “inexistência de procedimentos investigatórios pertinentes”, por si só, não tem o condão de tolher o exercício da crítica, sobretudo quando diz respeito a pessoa pública, que tem flexibilizada a esfera de proteção de sua imagem..."

"...O requerente se queixa de ter o requerido se valido de expressões alusivas a atos “ditatoriais” e de “coronelismo”. Trata-se, no entanto, de jargões utilizados comumente em debates de cunho ideológico, com intuito manifestamente persuasivo, que não justificam intervenção estatal..."

"...As demais postagens noticiadas na exordial seguem esse padrão, sendo que o uso de expressões jocosas e de impacto configuram manifestação livre de opinião, incensurável no contexto de um Estado de Direito que se pretende consolidado..."


Esta tentativa do ex-prefeito André Benassi de cercear e censurar atos democráticos não é de hoje. Quando ele exercia o seu mandato de deputado federal tentou a todo custo fazer aprovar na Câmara dos Deputados a chamada " Lei da Mordaça ", um projeto que censurava o Ministério Público pois entendia o então parlamentar o seguinte: " Os promotores precisam parar de fazer show como se fossem um grupo de teatro ", como declarou em uma extensa matéria, na época, ao jornal O Estado de São Paulo. Para entenderem melhor o jeito de se fazer política do tucano, leiam abaixo a matéria completa publicada no Estadão na edição do dia 13 de dezembro de 1999:

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sábado, 11 de outubro de 2014

TRIBUNAL SUSPENDE LICITAÇÃO ! ! !

Há alguns dias a prefeitura lançou um edital de licitação cujo objeto era a locação de veículos destinados à frota do Município de Jundiaí, sob o Sistema de Registro de Preços, ou seja, a terceirização deste setor do executivo. Este edital, cuja abertura dos envelopes estava marcada para o dia 14/10/2014 às 10:00 hs, foi dividido em lotes com inúmeras especificações técnicas para que as empresas do setor pudessem concorrer. Porém, após uma análise minuciosa, algumas irregularidades foram detectadas. Diante disso, em nome do PCB - Partido Comunista Brasileiro, protocolamos uma Representação com Medida Cautelar junto ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo pedindo a suspensão imediata do certame para, após o julgamento do mérito, ele ser anulado definitivamente. Dentre toda a argumentação jurídica apresentada ao TCE-SP, podemos destacar o seguinte:

- Defendemos que o serviço continuado de locação de veículos destinado à frota do Município de Jundiaí é um objeto incompatível com o sistema de registro de preços.

- Argumentamos ser extremamente preocupante e temerário não existir dotação orçamentária específica (por se tratar de registro de preços), em um objeto que prevê a locação de veículos destinados a serviços essenciais à população, como ambulância, patrulhamento e demais serviços de saúde, e que possui valor estimado anual que ultrapassa R$ 30 milhões.

- Questionamos a validade e a viabilidade econômica desta opção administrativa pela locação de veículos, ao invés de se investir na manutenção e ampliação da frota do Município, que atualmente conta com 630 veículos próprios.

- Sustentamos ser insuficiente a fixação de 8 dias úteis entre a publicação do edital e a data da sessão de recebimento dos envelopes a um certame cujo objeto contempla 454 veículos e está orçado em mais de R$ 30 milhões.


- Alegamos ser desarrazoada a locação de 3 carros de luxo blindados pelo valor estimado de R$ 446.640,12 em 12 meses aduzindo que deveria a Administração investir em segurança pública.

Diante destas e de outras argumentações jurídicas apresentadas, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, levanta, entre muitas questões legais, uma aparente ameaça a dispositivos da Lei de Regência no que toca aos indícios de desconformidade entre os serviços continuados postos em licitação e a natureza do sistema de registro de preços. A respeito de todos os questionamentos sobre o assunto, o TCE-SP determinou, com fundamento no parágrafo único, n° 10, do artigo 53 do RITCESP, que o correspondente procedimento licitatório seja sustado de imediato e assim permaneça até que se profira a decisão final sobre o caso. Este despacho é datado do dia 10/10/2014 e assinado pelo conselheiro Valdenir Antonio Polizeli. Para lerem o despacho do TCE-SP na íntegra acessem o link abaixo:

http://www2.tce.sp.gov.br/arqs_juri/pdf/427471.pdf

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

RESCALDO DA ELEIÇÃO ! ! !

Após o término do processo eleitoral, aqui para Jundiaí, algumas questões precisam de uma análise mais minuciosa. A primeira é o resultado. É claro que o eleitor tem o direito de votar em quem ele quiser, porém o resultado foi desastroso para a cidade. A vitória das candidaturas tucanas milionárias mostram cada vez mais a influência do poder econômico nas eleições. O que essa gente despejou de dinheiro na campanha foi um absurdo, além de terem privilégios inaceitáveis de determinados veículos de comunicação. A eleição destas figuras nefastas mantém na ativa esta política de caudilhos enraizada no município nos últimos 20 anos. Por outro lado, o grupo que se elegeu em 2012 colheu o resultado de sua decisão catastrófica de fazer acertos com o ex-vereador Jorge Haddad e tudo o que ele representa, colocando para a cidade que estão todos de acordo com este modelo político falido que, via de regra, é decidido na calada da noite. Um detalhe profundamente lamentável queremos registrar aqui. Pessoas de nossa estrita confiança disseram que em vários postos de votação, emissários de vários figurões da política local e regional estavam comprando votos. Isso mesmo. Estes pífios seres dantescos chamavam as pessoas mais humildes de lado e ofereciam R$ 80,00 para que esses eleitores votassem em seu candidato. Esta prática, sem dúvida, mostra a lama da corrupção que envolve a política local. Que lixo. Que nojo destes candidatos. Que imundos são estes espectros políticos. De nossa parte podemos garantir que todos os 1.000 votos que recebemos, os quais agradecemos de todo o nosso coração, jamais foram comprados e sim oferecidos por pessoas que não suportam mais esta prática política sórdida e intestina vigente na cidade. E depois os candidatos fazem pose de bom moço discursando o politicamente correto. A nossa democracia continuará sendo uma mentira enquanto este lixo de gente dominar o nosso dejeto cenário eleitoral. Já passou da hora de uma faxina em Jundiaí. Mãos à obra.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

COM A PALAVRA O TRE-SP ! ! !

Segundo diz a Lei nº 9.504/97 sobre a propaganda partidária, a partir do dia 1° de julho de 2014 não é permitida a veiculação de nenhuma propaganda partidária gratuita e de nenhum tipo de propaganda política paga no rádio e na televisão. A partir dessa data, todas as emissoras também não podem dar tratamento privilegiado a candidato, partido político ou coligação, bem como veicular ou divulgar filmes, novelas, minisséries ou qualquer outro programa com alusão ou crítica a candidato ou partido político, mesmo que dissimuladamente. Diante disso, o PCB - Partido Comunista Brasileiro protocolou na semana passada uma representação jundo ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo denunciando um favorecimento de candidaturas ocorrido em Jundiaí. Como todos sabem, os candidatos Miguel Haddad, Luiz Fernando Machado e Aloysio Nunes Ferreira, todos do PSDB, concederam entrevista à Rádio Difusora Jundiaiense alguns dias antes das eleições, caracterizando claramente o aludido favorecimento político vedado pela legislação eleitoral. Diante do ocorrido, o partido pediu a cassação do registro de candidatura de todos eles bem como solicitou ao TRE-SP que oficie ao Ministério das Comunicações pedindo a cassação da concessão federal da emissora em questão diante deste claro favorecimento aos candidatos do PSDB. A lei tem de prevalecer, inclusive sobre a arrogância dos envolvidos.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

NA RETA FINAL ! ! !

Caros amigos. Esta é a última semana de campanha antes da votação do dia 5 de outubro. Durante vários meses estivemos pelas ruas da cidade e da região divulgando a nossa mensagem sobre a lamentável realidade política em que vivemos. Não é necessário retratarmos novamente aqui o caos moral que tomou de assalto a nossa política nos últimos 22 anos. Neste processo eleitoral, além das dificuldades de estrutura, tivemos de enfrentar as campanhas milionárias onde determinados candidatos gastaram quantias absurdas cuja origem jamais poderão explicar. Além disso, tivemos de encarar também um boicote inaceitável de alguns setores de nossa imprensa local que só ofereceu espaço para os candidatos que pagaram, chegando ao ponto extremo de repórteres, de um lamentável jornal, acompanharem determinados candidatos em suas campanhas. Situação triste que somente ocorre porque estes veículos já se venderam há muito tempo às verbas de publicidade, sejam elas públicas ou privadas. Diante deste quadro gostaríamos de pedir aos amigos deste blog um último esforço para nos ajudarem nesta última semana indicando a nossa candidatura e o nosso número aos seus parentes, amigos, vizinhos, enfim, a todos aqueles de contato diário. Por toda essa colaboração que os amigos irão oferecer, fica registrado o nosso agradecimento.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

HOMENAGEM AO DIA DO RÁDIO ! ! !

O Blog do Beduíno presta hoje a sua homenagem aos pioneiros do rádio em Jundiaí. O Circulo Operário Jundiaiense, através dos Srs. Francisco Pessolano, padre Octávio de Sá Gurgel, padre Adalberto de Paula Nunes, padre Antonio Maria Toloi Stafuzza, padre Thomaz Moliani, José Seckler Machado, José Maria do Monte Carmelo, Mario Piola e José Alves de Oliveira, implantaram em nossa cidade a Rádio Difusora Jundiaiense, emissora que, na época, tinha compromissos reais com a informação graças à seriedade dos membros do COJ. Depois que aquela rádio mudou de dono tudo passou a ser diferente, infelizmente. Mesmo assim, dedicamos este post a todos aqueles que tiveram compromissos reais com a informação na cidade. Ao nosso saudoso padre Adalberto de Paula Nunes o nosso tributo de saudade. Ao saudosíssimo Padre Antonio Maria Toloi Stafuzza a nossa gratidão pelo seu empreendedorismo e pela sua luta a favor de nossa Jundiaí.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

CADÊ O DINHEIRO DO SERVIDOR PÚBLICO ?

Após meses de indefinição sobre a compra do Banco BVA por um de seus credores, o Banco Central decidiu fechar a instituição financeira carioca. Ela estava sob intervenção desde outubro de 2012. O BC disse que o BVA cometeu "grave violação" das normas do sistema financeiro. E disse também que vai tomar as medidas cabíveis para a punição pela fraude contábil. Os bens dos controladores e de todos os administradores continuam indisponíveis. Quando o BC interveio no BVA, o rombo do banco era estimado em R$ 550 milhões. Mas o grupo Caoa, principal credor, dizia que ele poderia chegar a R$ 3 bilhões.

Em julho de 2012, às vésperas da intervenção, o ex-presidente do IPREJUN na gestão Miguel Haddad, José Aparecido Marcussi, aplicou no BVA o valor de R$ 7 milhões a título de investimento. Três meses depois, com a intervenção, o Banco Central congelou todo o dinheiro do banco tornando-o indisponível. Já era de se estranhar toda esta aplicação de dinheiro público feita em uma instituição quase falida. Porém outro erro grave foi cometido. Quando o prefeito Pedro Bigardi assumiu o seu mandato e nomeou como presidente do IPREJUN a Sra. Carolina Pedrassoli, havia tempo hábil para corrigir o erro e resgatar a aplicação, o que não foi feito. Deixaram o barco correr. O resultado disso é que o BC fechou o BVA e os R$ 7 milhões oriundos do erário jundiaiense foram para o espaço. Agora, na tarde desta quinta-feira, dia 11/09/14, o banco BVA entrou com pedido de auto-falência no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Porém, cabe ao eminente juiz da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, Daniel Carnio Costa, aceitar ou negar o pedido.

Meu caro servidor público municipal de Jundiaí, eis aí a maneira com que os governos do PSDB e do PCdoB/PT tem brincado com o seu rico dinheiro. Todo este patrimônio financeiro inestimável construído com muito sacrifício pelo servidor foi tratado de maneira irresponsável pelos pífios gestores públicos de Jundiaí nestes últimos 22 anos.

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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

JUNDIAÍ: A TERRA DOS MORUBIXABAS ! ! !

O Cacique, também chamado Morubixaba, era o Principal, isto é, o Chefe Guerreiro de cada Aldeia ou do conjunto de Aldeias que se constituía a Nação Indígena. A palavra Morubixaba é a composição dos termos: Mó (Faz) YBY (da Terra) e Eçaba (olhar, o vigiar). Morubixaba era portanto o Chefe da Tribo. A cidade de Jundiaí, nos últimos 22 anos, mais pareceu ser governada pelos chefes guerreiros Caciques Morubixabas do que por prefeitos. O resultado deste atraso político é o batalhão de moradores de rua que se espalham por toda a cidade. Pessoas infelizes que tiveram problemas com álcool, com drogas ou com suas famílias, o que significou a sua exclusão social. Há uma enorme polêmica na cidade sobre a atuação das entidades que atendem a esta população abandonada nas ruas. Uns dizem que o SOS tem de sair do Anhangabaú, outros, que a Casa Santa Marta tem de fechar. É preciso ficar claro que seja o que for que aconteça com estas entidades, a obrigação de cuidar dos moradores de rua é da prefeitura. Nos últimos 22 anos a administração municipal virou as costas para este problema lavando as mãos, igual a Pôncio Pilatos, como se não tivesse nada a ver com isso. Incompetência e falta de vontade política do executivo. Esta é a definição clara sobre o problema já que o poder público nestas últimas décadas não teve política pública nenhuma para o morador de rua. Agora ficam neste jogo de empurra lamentável. Enquanto a situação é de caos social, sua excelência e preclaro secretário da casa civil, o grande filósofo contemporâneo Zeca Pires, desfilou no dia 7 de setembro montado em seu cavalo alazão, altivo e imponente, como se fosse um nobre e chefe guerreiro Cacique Morubixaba. Durmam com um barulho desse.

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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

O ESCÂNDALO DO FAZENDA GRANDE ! ! !

Ano 2000 - Para a viabilização do loteamento Fazenda Grande foi constituída a Jundiaí Cooperativa Habitacional cujos diretores eram vários nobres secretários do então prefeito Miguel Haddad. Relembrem mais este assombroso caso perdido em nosso tempo.

Um dos principais discursos do PSDB nos 20 anos em que esteve no poder foi o de oferecer casas ao trabalhador de Jundiaí através de uma política habitacional popular levada a cabo pelos pífios prefeitos tucanos que muito "trabalharam pelo povo". Mais uma grande mentira deslavada que vamos desmascarar novamente neste momento. O início de mais esta fantasia política do medíocre PSDB aconteceu com o lançamento do loteamento Fazenda Grande durante a gestão de Sua Excelência e então prefeito de Jundiaí, o califa Miguel Haddad. Um grande e lucrativo negócio imobiliário realizado em terreno público.

Na época a prefeitura adquiriu 800.000 m2 de terreno, para realizar a construção do loteamento Fazenda Grande, pelo preço simbólico de R$ 0,30 (trinta centavos) o lote. O objetivo seria a construção de casas populares a preços também populares. Esta área foi repassada para a FUMAS para a organização do tão esperado empreendimento. Naquele momento constituiu-se uma cooperativa chamada Jundiaí Cooperativa Habitacional, onde inúmeros de seus nobres cooperados e diretores eram, acredite se quiser, secretários da prefeitura.

Esta cooperativa foi constituída em 30/03/1999 e cadastrada na Junta Comercial sob o CNPJ 03.121.630/0001-02. A partir daí, os lotes que foram adquiridos a R$ 0,30 cada um começaram a ser vendidos a míseros R$ 2.025,00 e sua infra-estrutura a R$ 6.482,38. Assim sendo, o terreno mais a infra-estrutura, que deveriam ser de graça por ser habitação popular, custaram aos mutuários o módico, irrisório e desprezível valor de R$ 8.507,38.

Além desse custo, os compradores tinham ainda de pagar o valor da construção do imóvel, que na comercialização efetivada pela tal cooperativa ficou assim: 1ª fase = Casa com 1 dormitório - R$ 21.350,00; Casa com 2 dormitórios - R$ 26.000,00. 2ª fase = Casa com 1 dormitório - R$ 25.400,00; Casa com 2 dormitórios - R$ 30.600,00; Casa com 3 dormitórios - R$ 33.960,00.

Resumo da ópera: A prefeitura comprou os lotes por R$ 0,30 para construir "habitação popular" e a cooperativa chegou a vender as casas por quase R$ 34 mil, exigindo uma renda mensal de 5 salários mínimos para que os munícipes pudessem adquirir o imóvel. A Jundiaí Cooperativa Habitacional obteve financiamento junto à Caixa Econômica Federal e realizou as obras de construção das casas e de infra-estrutura do loteamento. O valor financiado foi R$ 60 milhões.

Apenas lembrando que existia um outro tipo de financiamento da CEF realmente popular, o PSH - Programa de Subsídios à Habitação, onde através do qual os mutuários pagariam a metade do valor da incrível cooperativa. O PSH era um tipo de financiamento público destinado ao comprador com renda até 5 salários mínimos onde a prefeitura DOARIA o terreno, o governo federal subsidiaria parte daquela obra e o comprador financiaria apenas PARTE de sua casa.

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O NEBULOSO CASO DO ANTIGO QUARTEL ! ! !

1998: O irmão do então prefeito Miguel Haddad torna-se um dileto proprietário do terreno de 11.800 m2 no centro de nossa cidade onde instalou-se durante muitos anos a 2ª Cia. de Comunicações do Exército Brasileiro. Entenda como ocorreu este intrigante fato.

Uma transação envolvendo a Fundação Habitacional do Exército e a empreiteira R.E. Construções e Empreendimentos Ltda. possibilitou a obra de um condomínio residencial para os generais no coração do Ibirapuera em São Paulo e garantiu um ótimo negócio para o arrojado empresário Riad Haddad, irmão do ex-prefeito Miguel Haddad.

As bases do negócio foram ajustadas por meio de 2 contratos. O primeiro, denominado "contrato de obra sob regime de empreitada global", foi celebrado em 22 de dezembro de 1998. O segundo, "alienação por permuta", foi firmado em 17 de fevereiro de 2000 no escritório da Gerência Regional de Patrimônio da União em São Paulo.

Em troca da construção do prédio para os generais, o empresário e irmão do ex-prefeito tucano ficou com uma área de 11.800 m2 no centro de Jundiaí onde funcionou durante anos a sede da 2ª Cia. de Comunicações do Exército Brasileiro.

Um detalhe que despertou a atenção do Ministério Público na época, que instaurou um Inquérito Civil sobre o assunto, é que a R.E. Construções e Empreendimentos Ltda. foi constituída em 16 de dezembro de 1998, apenas 6 dias antes da assinatura do contrato com a Fundação Habitacional do Exército. Nesse mesmo ano, o então prefeito Miguel Haddad lançou um projeto de revitalização do centro, um negócio de R$ 1,27 milhão realizado pela FBS Construção Civil e Pavimentação Ltda., que valorizou todos os imóveis da região, inclusive este agora de propriedade do irmão do nobre ex-prefeito.

Porém, houve uma ilegalidade neste processo todo. No meio deste terreno de 11.800 m2 existe uma faixa de terra de 4 metros de largura, antigamente chamada de Beco do Pelourinho, que consistia em uma viela pública que ligava a Rua do Rosário com a Rua Senador Fonseca. Há um documento assinado pelo então comandante do 12° GAC, Cel. José Maria Souza Nunes, dizendo que essa faixa de terra não poderia ser utilizada para finalidade diferente daquela prescrita e nem permitir sua invasão, seu desmembramento ou qualquer outro dano à propriedade. Diante desse documento fica claro que o Beco do Pelourinho é uma passagem de 4 metros de largura, de domínio público e, portanto, inegociável para qualquer natureza. Acontece que essa faixa de 4 metros foi incorporada ao total do terreno e também negociada pelo exército com a empreiteira do irmão do ex-prefeito. Por ser uma viela pública esse negócio jamais poderia ter sido feito.

Todo este rumoroso caso foi alvo de matéria de página inteira no jornal O Estado de São Paulo cuja edição data de 4 de junho de 2000.

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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

O CAOS NA ÁGUA ! ! !

1994: O SUPERFATURAMENTO DA REPRESA PELO PSDB

Era o segundo mandato de um certo ex-prefeito de nefasta memória. Quando foi planejada, a represa de Jundiaí deveria atingir a cota de inundação de 720 metros, com um investimento previsto de R$ 50 milhões. Mas, para não gastar mais com desapropriações, o sucessor deste nefasto prefeito, o seu vice Miguel Haddad, determinou que a cota seria de 715 metros. Os gastos estavam em R$ 38 milhões e seriam precisos mais R$ 30 milhões para as desapropriações. Hoje a inundação está em 711 metros, 9 metros abaixo da cota inicial.

Em uma auditoria feita em 1999, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo constatou que a construção da represa chegou a um triste superfaturamento da obra em até 320%. Em sua sentença, a Egrégia Segunda Câmara do TCE-SP disse, entre outras coisas, o seguinte:

"...Preços, em média, 30% superiores aos de mercado, com picos que chegam aos 320%..."

"...Além disso, os preços se revelam flagrantemente incompatíveis com os de mercado, como o custo exorbitante do canteiro de obras, comparado com obras de porte semelhante..."

"...São, também, irregularidades graves, mais do que suficientes para incriminar o procedimento sub examine..."


O nível de água da represa deveria subir mais 9 metros acima do nível em que está hoje para não faltar água. No nível em que está, a água não dá para 3 meses de consumo sem a importação do Rio Atibaia. Acontece que o Rio Atibaia está comprometido pois também recebe água do Sistema Cantareira que está com suas reservas quase esgotadas. Um detalhe: Se a prefeitura elevar o nível da represa mais 9 metros, necessários para o nosso abastecimento, o lindo Parque da Cidade, que custou R$ 7 milhões ao erário, ficará debaixo d'água.

A empresa que construiu a represa de Jundiaí foi a Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A, empreiteira que está envolvida em uma série de denúncias de superfaturamento de obras, fraude em licitações e doações ilegais para campanhas eleitorais. Em uma mega operação da Polícia Federal chamada "Castelo de Areia", diretores da Construtora Camargo Corrêa chegaram a ser presos e indiciados pela Polícia Federal pelos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, câmbio ilegal e formação de quadrilha. Foi esse quilate de empresa que manteve contrato com o executivo de Jundiaí para a construção de nossa represa. Apenas para ilustrarmos esse assunto, assistam ao vídeo sobre as prisões de diretores da Camargo Corrêa:



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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

COMEÇAVA O PESADELO ! ! !

* 1984: O FECHAMENTO DA FACULDADE DE MEDICINA DE JUNDIAÍ *

* O ENTÃO VEREADOR MIGUEL HADDAD VOTOU A FAVOR DO FECHAMENTO DA ESCOLA MÉDICA REVOLTANDO TODA A CIDADE *

A idéia da fundação de uma Escola Superior em Jundiaí partiu da própria sociedade jundiaiense, da qual citamos alguns nomes muito representativos: Prof. José Leme do Prado Filho, Casemiro Brites Figueiredo, Dr. José Pacheco Neto Jr., Rubens do Amaral Gurgel, Virgílio Torricelli, Nelson Foot, Durval Knox da Veiga e inúmeros outros cidadãos jundiaienses, cuja citação seria fastidiosa, mas a quem se rende homenagem, neste momento. A idéia teve eco na administração municipal e, no ano de 1968, pela iniciativa do Prof. Pedro Fávaro, Prefeito Municipal, foi escolhido o curso mais difícil de ser implantado, mas que por outro lado, traria maior prestígio à cidade e atenderia aos anseios dos jovens desta terra. Assim, após a aprovação pela Câmara Municipal, sob a presidência do Vereador Paulo Ferraz dos Reis, o prefeito promulgou a Lei nº 1.506, no dia 12 de março de 1968, criando a Faculdade de Medicina de Jundiaí, como entidade autárquica do Município.

O Prefeito precisava de alguém da área médica, com trânsito nas esferas estadual e federal da educação, para dar corpo e forma à instituição recém criada. Não foi difícil chegar ao nome do Dr. Jayme Rodrigues como única pessoa que reunia as melhores condições para essa difícil, porém nobre empreitada. Esse mister demandaria inúmeros contatos, muito empenho e escolha dos colaboradores certos para implantação de um curso médico de alto gabarito e à altura das melhores instituições congêneres do Estado e do País.

Durante muitos anos a faculdade cresceu e consolidou-se como uma instituição de ensino de alto nível, até o dia em que um certo ex-prefeito, então no PMDB, de nefasta memória para Jundiaí e que estamos impedidos pelo judiciário de citar o seu nome neste blog, assumiu o executivo. Neste momento teria início um verdadeiro calvário para a instituição médica.

Assume a diretoria, o Vice-Diretor Prof. Dr. Antonio Monteiro Cardoso de Almeida, em virtude da indecisão do nefasto Prefeito quanto à escolha do novo Diretor de lista sêxtupla a ele encaminhada, o que obedeceria o ritual da legislação e do Regimento da Faculdade. O nefasto Prefeito foi convidado pela Congregação da Faculdade para reunião em seu prédio sede quando afirmou, categoricamente: " Ou tenho um diretor meu ou fecho a Faculdade ". O nefasto alcaide em questão decretou a intervenção em 01/02/84, exonerando o Vice-Diretor em exercício e o Secretário Administrador, nomeando um ex-aluno como interventor da Faculdade e do Hospital São Vicente de Paulo. Em julho, a Câmara Municipal aprova a lei que autoriza o Prefeito a decretar o fechamento da Faculdade de Medicina.

Na sessão em que a escola foi fechada, os alunos atiravam moedas em cada vereador à medida que este votava a favor do fechamento. Naquela noite também votou pelo fim da Faculdade de Medicina de Jundiaí o então apagado e medíocre vereador Miguel Haddad.

Para lerem, na íntegra, a ata da sessão extraordinária da Câmara Municipal que decretou o fechamento da Faculdade de Medicina de Jundiaí, acessem o link abaixo e constatem o lamentável voto a favor desta insanidade proferido pelo então vereador Miguel Haddad:

http://sapl.jundiai.sp.leg.br/sapl_documentos/ata_sessao/1787_ata_sessao.pdf

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terça-feira, 12 de agosto de 2014

NECESSIDADE HISTÓRICA ! ! !

Por mais que o governo Pedro Bigardi se esforce para ser pior que os governos do PSDB será muito difícil atingir esta meta. Os secretários trabalham dia e noite, se dedicam ao máximo para que este seja um dos piores governos da história da cidade. Mas não vão conseguir. O que os prefeitos do PSDB fizeram, nos 20 anos em que exerceram o poder, para jogar na lama o que Jundiaí tinha de bom é insuperável. No momento em que vivemos existe a tentação de muitas pessoas em querer apagar todo o descalabro tucano cometido em módicas duas décadas, maculando de maneira irreversível a vida política de nossa cidade. O atual governo é um desastre. Isso é verdade. Talvez tenha sido a maior desilusão política que o povo desta cidade tenha conhecido em todos os tempos. Porém, caros amigos, o tamanho dos descalabros cometidos pelos tucanos e aliados em todos estes anos é simplesmente monstruoso. Mesmo que os amigos deste blog tenham conhecimento dos fatos, a partir de agora estaremos fazendo neste blog uma resenha do que foram os 20 anos de desmandos do PSDB neste município. Lideranças que hoje fazem pose de bonzinhos, que passam uma imagem de coitados, foram homens públicos de alta periculosidade política, ou seja, foram lobos vestidos em uma pele de cordeiros. Esta cidade não quer mais ser enganada. Todos estamos cansados de sermos ludibriados por pessoas que transitam nos porões do poder de onde emana esta política intestina que nos afligiu nestes quase 30 anos. Um grupo de homens tomou de assalto a política local há 30 anos e hoje já conseguiu, inclusive, englobar até aqueles que há algum tempo diziam-se ser de oposição. Resumindo a situação, a cidade possui hoje apenas um grupo político que abrigou todas as lideranças de quase todos os partidos com o lamentável objetivo de poderem se eternizar no poder local. Assim, é necessário tirarmos em definitivo a máscara dessa gente para que o povo de Jundiaí saiba quem é quem nesta salada política mau cheirosa e sem sabor algum.

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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

A REVOLTA DO SERVIDOR ! ! !

No final do ano de 2012 o prefeito eleito Pedro Bigardi adentrava no Paço Municipal pela primeira vez como o máximo mandatário desta cidade. Todos os servidores que trabalhavam na sede do executivo saíram de seus postos e aplaudiram de pé aquele que levava nos ombros a esperança de uma administração digna, o que não acontecia há 20 anos. Depois de duas décadas de descaramentos e escândalos políticos por parte do PSDB e seus aliados, finalmente Jundiaí iria entrar em uma nova era de muita correção política onde o dinheiro do munícipe passaria a ser aplicado em benefício deste. Que pena. Tudo não passou de um sonho de uma noite de verão. Toda aquela velha cantilena coronelista que tomava conta de nosso município teria sua continuidade com o chamado "governo da mudança". Pior ainda. O servidor público municipal, vilipendiado e massacrado pelo lastimável coronelismo tucano, conheceria a maior desilusão política de sua história pois o novo governo, de maneira descarada, deu as mãos a muito do que não presta da política local e a tudo o que combateu enquanto esteve na oposição. O reflexo disso atingiu diretamente o funcionalismo público municipal. Desvalorizado e descartado, o nosso servidor viu as suas antigas reivindicações por melhores condições de trabalho aos poucos indo para o ralo da mesmice política. O que mais prevaleceu durante 20 anos e continua na ordem do dia são apenas os interesses daqueles que venderam seus ideais no momento em que pisaram os carpetes luxuosos dos gabinetes dos palácios. Enquanto isso a maioria dos 8.000 servidores públicos municipais continuam a sua triste sina de terem de trabalhar muito, ganhar pouco e ainda engolir chefes que não sabem bulhufas sobre o serviço público e, às vezes, até sofrerem assédio moral. Diante desta lamentável situação fica bastante claro que o prefeito Pedro Bigardi, que chegou aplaudido na prefeitura de Jundiaí, deverá deixar o cargo sob auspiciosas vaias, colocando um fim, pelo menos neste momento, na esperança de que pudéssemos voltar a sentir orgulho do progresso de nossa cidade.

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sábado, 2 de agosto de 2014

DE NOVO A MENTIRA ! ! !

Na Imprensa Oficial do Município desta sexta-feira, dia 01/08/14, a farra do boi continuou. Mais 18 cargos de confiança foram nomeados pelo "governo da mudança" do PCdoB/PT, dentre eles 14 diretores. É uma festa com o dinheiro público, não é mesmo ? Na lista das novas nomeações está o senhor Alexandre Castro Nunes, irmão do nobre ex-secretário do tucano Miguel Haddad, Ari Castro Nunes Filho. O sujeito será o novo diretor de licitações da prefeitura. Pois é. Na realidade, caros amigos, não há nada a estranhar nesta nomeação afinal de contas PSDB, PCdoB e PT estão todos juntos sentados à mesma mesa dos negócios que só a política pode oferecer. Porém, nos lembramos neste momento quando o então candidato da oposição Pedro Bigardi se comprometia em reduzir drasticamente os cargos em comissão na prefeitura, se fosse eleito. Tudo mentira. Tudo enganação. Tudo um embuste. Não haviam passados nem 15 dias da vitória no 2° turno em 2012 e os petistas Durval Orlato e Gerson Sartori, com a rápida aprovação de sua excelência Pedro Bigardi, já estavam se reunindo com o ex-vereador Jorge Haddad para os devidos conchavos políticos que toda a cidade rejeitou implacavelmente nas urnas. Fica claro com tudo isso que todos nós fomos mais uma vez enganados pelos pífios coronéis da política local que continuam mandando e desmandando em nossa cidade através da alta esperteza deste medíocre governo.

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quinta-feira, 31 de julho de 2014

UMA IMPRENSA ENVERGONHADA ! ! !

Precisou um jornal de fora de Jundiaí divulgar na imprensa escrita a denúncia do Ministério Público sobre o caso do superfaturamento das coxinhas de frango na prefeitura de Jundiaí. O Jornal da Cidade de Campo Limpo Paulista, que circula em nosso município, publicou esta matéria de página inteira explicando detalhadamente os rumos deste assunto. Com detalhes colhidos junto à Ação Civil Pública que tramita no Fórum de Jundiaí, o jornal, diferente da maioria omissa de nossa imprensa escrita local, esmiuçou todos aqueles fatos gravíssimos que ocorreram com a merenda escolar na atual gestão. Confiram:

**** CLIQUE SOBRE A IMAGEM PARA AUMENTAR DE TAMANHO ****

Apenas para refrescarmos a nossa memória sobre o caos que atinge o fornecimento de merenda escolar por esse país afora, assistam ao vídeo abaixo e constatem tragicamente como são tratadas as nossas crianças na maioria do ensino público brasileiro. Uma barbaridade:

terça-feira, 29 de julho de 2014

QUE DEMOCRACIA É ESSA ?

Temos acompanhado de perto a divulgação pela imprensa local dos candidatos a deputado em Jundiaí. O modelo continua o mesmo de sempre, em especial no Jornal de Jundiaí. Apenas 6 candidatos tem colocado a sua cara naquele diário. Oras bolas, nossa cidade terá 18 candidatos neste ano. Cadê os outros ? Por que não são divulgados ? Por que suas atividades não são mostradas ? Pois é. É aquela velha história: Quem paga aparece, quem não paga não existe. Pior ainda é a Rádio Difusora Jundiaiense que burlou a legislação vigente no país entrevistando o candidato Paulo Maluf e não oferecendo o mesmo espaço para os outros candidatos, atitude esta que pode resultar na cassação da concessão federal da emissora. Que saudades do Círculo Operário Jundiaiense. Que saudades do Padre Otávio de Sá Gurgel, diretor do jornal A Folha (hoje Jornal de Jundiaí) e da Rádio Difusora. Que saudades do Padre Antonio Maria Toloi Stafuzza, que lutou, em vão, com todas as suas forças para manter o jornal e a rádio como propriedade do Círculo Operário Jundiaense. Hoje só restam cinzas daqueles bons tempos onde o compromisso com a informação era mais importante do que as verbas de publicidade. Inclusive o Padre Stafuzza escreveu um livro intitulado " Primórdios da Diocese de Jundiaí " onde dedica um capítulo inteiro para contar a história do jornal e da rádio. Apenas para refrescarmos a memória, leiam abaixo um pequeno trecho de uma matéria publicada no extinto jornal Diário de Jundiaí retratando todos os acontecimentos envolvendo a origem do Jornal de Jundiaí (antiga A Folha) e da Rádio Difusora Jundiaiense:

JORNAL DIÁRIO DE JUNDIAÍ

QUARTA-FEIRA, 1 DE MARÇO DE 1967

ANO V - N° 1278

A FOLHA foi adquirida pelo Círculo Operário Jundiaiense de Tibúrcio Estevam de Siqueira, em 1945 aproximadamente. Era jornal bi-semanário. Na época, o presidente do Círculo era o Sr. Francisco Pessolano, que entregou a responsabilidade do jornal ao padre Otávio de Sá Gurgel, fundador do COJ e elemento que arranjava o numerário para o funcionamento regular do jornal. Inclusive, conseguiu o prefixo da Rádio Difusora Jundiaiense, que nasceu no ano de 1946, precisamente no dia 24 de junho. Portanto, até essa data, o padre Gurgel lutava e conseguia dar a Jundiaí uma emissora de rádio, além de possuir o jornal " A FOLHA ".

O prédio dos dois órgãos de divulgação foi adquirido pelo Círculo Operário Jundiaiense junto ao Sr. Alex Saska Sandor, em 1947, por 240 mil cruzeiros, a prestações.

O padre Gurgel dirigiu a Rádio e "A FOLHA", realmente, de 1945 a 1947. Em fins de 1947, surge o Padre Adalberto de Paula Nunes, como diretor-responsável pelos dois órgãos, em vista da saída do padre Otávio, que foi removido para Jaguarão, no Estado do Rio Grande do Sul.

A Rádio Difusora Jundiaiense, ao ser entregue em mãos do padre Adalberto, possuía a seguinte constituição legal: Padre Gurgel-96 cotas de mil cruzeiros; João Moreno(presidente do COJ)-1 cota; Vital Gurgel Guedes(gerente de "A FOLHA")-1 cota; Mário Piola (tesoureiro do COJ)-1 cota; José Alves de Oliveira (técnico de rádio)-1 cota. Quando o padre Otávio Gurgel se retirou, o padre Adalberto foi procurá-lo em Jaguarão para que lhe fossem transmitidas as 96 cotas.

Houve relutância do padre Otávio, mas o padre Adalberto conseguiu uma ordem expressa do Cardeal Mota para que estas cotas fossem transferidas para um bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo. O padre Adalberto,então, deu o nome de D. Antonio Rolim Loureiro, recusado pelo padre Otávio, que só aquiesceu transferir estas cotas para D. Antonio Maria Alves de Siqueira.

A história prossegue: Dom Antonio ordenou serem as cotas restantes negociadas com os cotistas remanescentes do COJ, que deviam usar direito de prioridade na compra. Sendo o preço da cota muito alto e contrariando frontalmente a lei e os regulamentos do Código de Telecomunicações, os cotistas José Alves de Oliveira e Mário Piola não quiseram adquiri-las por conhecerem perfeitamente as disposições legais que proíbem terminantemente transações sem anuência daquele órgão federal, antigo Conselho de Técnica de Rádio, hoje CONTEL.

Carlos Hermany adquiriu, então, as cotas de João Moreno e Vital Gurgel Guedes, uma de cada um e mais 43 de Dom Antonio Siqueira, gratuitamente. Também o padre Adalberto foi premiado com cotas da Rádio Difusora, em número de 53, permanecendo ainda os Srs. Mário Piola e José Alves de Oliveira, com 1 cota cada um, totalizando assim 100 cotas.

Forma-se então a Sociedade: padre Adalberto, com 53 cotas; Carlos Hermany, com 45 cotas; Mário Piola e José Alves de Oliveira, 1 cada. Assim o CONTEL registrou a Rádio Difusora Jundiaiense.