domingo, 28 de junho de 2009

POR QUE A DEPUTADA NÃO DISSE ISSO AO JJ ? ( II )

JUÍZA SUSPEITA DE AJUDAR FACÇÃO É AFASTADA

Foi a primeira medida contra uma autoridade do Judiciário de São Paulo por suspeita de envolvimento com o PCC.

Suspeita de favorecer pessoas apontadas como integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), a juíza Ida Inês Del Cid, da 2ª Vara de Mauá (ABC), foi afastada do cargo. Trata-se da primeira medida contra uma autoridade do Judiciário paulista por possível ligação com o grupo criminoso.

O afastamento foi determinado porque a juíza foi flagrada em conversas telefônicas com Sidnei Garcia, presidente da Associação Comercial da cidade e acusado de compor um grupo de 18 pessoas que usariam, segundo o Ministério Público, 22 postos de combustível para lavar dinheiro para o PCC.

FONTE: Folha de São Paulo

Um comentário:

PV disse...

12/04/2007 - Declarada a inelegibilidade do prefeito Leonel Damo e da deputadaVanessa DamoDeputada e prefeito de Mauá fizeram uso indevido de meio de comunicação social nas eleições de 2006. Em sessãorealizada nesta quita-feira (12/03), o TRE-SP julgou procedente a Investigação Judicial Eleitoral ajuizada pelaProcuradoria Regional Eleitoral de São Paulo (PRE-SP), órgão do Ministério Público Federal, em face da DeputadaEstadual Vanessa Damo e de seu pai, Leonel Damo, prefeito do município de Mauá. Em conseqüência, foi declarada ainelegibilidade de ambos por três anos.O Tribunal acolheu a representação formulada pela PRE-SP, segundo a qual os representados fizeram uso indevido demeio de comunicação social com a finalidade de promover a candidatura de Vanessa ao cargo de Deputada Estadual, oque se deu por meio do periódico semanal "Opinião Pública". No período de janeiro a setembro, o periódico, com tiragemde 30.000 exemplares, publicou notícias sobre obras, atividades e realizações de Vanessa e Leonel Damo, sempreenaltecendo suas realizações políticas e, dessa forma, incutindo de maneira subliminar a imagem de Vanessa Damo noeleitorado.Em sua representação, o Ministério Público Eleitoral apontou ainda que o jornal publicava, mediantepagamento, propaganda institucional da prefeitura de Mauá.Da decisão do TRE-SP cabe recurso ao TSE.Clique aquipara acessar o inteiro teor da representação no sítio da PRE-SP na internet. Procuradoria Regional Eleitoral em São Paulohttp://www.presp.mpf.gov.brFornecido por Joomla!Produzido em: 21 May, 2009, 02:28