quinta-feira, 16 de abril de 2009

CHEGOU A HORA DO FIM DO CORONELISMO ! ! !

7 comentários:

Priscila disse...

OLHA MINHA MÃE TINHAS UMA CAIXINHA DE MUSICA COM UM CASAL DANÇANDO ATÉ ESSES DIAS AO VER NO SERIADO LOST UMA DISSE QUE QUERIA UMA.

Anônimo disse...

Juiz dos processos do Miguel é promovido com suspeita de compra de votos.

Troca de comando
Baptista Pereira é eleito presidente do TRF-3
Por Fernando Porfírio


O desembargador Baptista Pereira foi eleito presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Ele derrotou a adversária, Suzana de Camargo, com diferença de dois votos (21 a 17). A eleição aconteceu na noite dessa quinta-feira (2/4) e foi marcada por votações bastante apertadas. Foram eleitos ainda André Nabarrete Neto para vice-presidente e Suzana de Camargo para corregedora.

A divisão na Justiça Federal tem mostrado sua face em operações da Polícia Federal como a Anaconda, Têmis, Satiagraha e Castelo de Areia. Na Têmis, que investigava uma suposta quadrilha que negociava a venda de sentenças judiciais, as buscas atingiram gabinetes de dois desembargadores do TRF-3, além de juízes federais.

A posse da nova direção está prevista para maio, mas o resultado deve ser contestado na Justiça, como aconteceu nas duas últimas eleições. Baptista Pereira é o líder do grupo da atual presidente Marli Ferreira. Os desembargadores Suzana Camargo e André Nabarrete Neto integram a oposição.

Em 2005, Suzana de Camargo e André Nabarrete Neto pediram Mandado de Segurança para anular o pleito, que elegeu Diva Prestes Malerbi para presidente. Em 2007, o resultado foi anulado garantindo a Nabarrete o cargo de corregedor, pelo critério de antiguidade, e foi afastado o mais votado, desembargador Peixoto Júnior.

O grupo contrário à escolha de Baptista Pereira deverá alegar que o desembargador não pode assumir a presidência porque exerceu os cargos de vice-presidente e corregedor num total de quatro anos, limite previsto pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). Em seu artigo 102, a lei diz que: "Quem tiver exercido quaisquer cargos de direção por 4 (quatro) anos, ou o de presidente, não figurará mais entre os elegíveis, até que se esgotem todos os nomes, na ordem de antigüidade. É obrigatória a aceitação do cargo, salvo recusa manifestada e aceita antes da eleição".



A candidatura de Baptista Pereira foi discutida em questão de ordem antes da eleição. Por 21 a 19, os desembargadores aprovaram a sua participação no pleito. Ele alcançou a presidência da corte pela vontade de 21 colegas, 17 se opuseram, um votou em branco e outro, nulo. A escolha do vice-presidente André Nabarrete Neto se deu em duas votações. Na primeira, foram os votos brancos e nulos que venceram: 34 ao todo. Ele recebeu dois votos e o seu adversário Roberto Haddad recebeu quatro. No segundo pleito, Naberrete recebeu 15 votos. Os nulos somaram 14 votos. Haddad obteve seis.

A escolha da corregedora Suzana Camargo foi parecida. Na primeira votação, foram 29 votos nulos e brancos. Suzana recebeu cinco e Roberto Haddad, 6. A nova corregedora conseguiu o cargo com 22 votos, na segunda eleição.



Se o nome dos eleitos for mantido, quem pode estar em maus lençóis é o juiz Fausto Martin De Sanctis, que responde a processo administrativo na Corregedoria do TRF-3. A desembargadora Suzana Camargo, eleita para assumir a Corregedoria e, portanto, as investigações contra De Sanctis, é inimiga do juiz. Ela confirmou à Polícia Federal que De Sanctis teve acessado a conversas grampeadas no Supremo. Suzana afirmou que De Sanctis lhe contou o conteúdo de conversas reservadas do ministro Gilmar Mendes, que teriam sido captadas por meio de espionagem feita no Supremo.

O TRF-3 é o maior dos cinco tribunais federais do país. Foi criado em 1988 para substituir a jurisdição do extinto Tribunal Federal de Recursos (TFR). A corte é responsável por mais de 50% das ações ajuizadas na Justiça Federal. Tem hoje cerca de 440 mil recursos em tramitação. No ano passado, conseguiu distribuir 181,7 mil processos e julgou 86,5 mil.

Anônimo disse...
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O "Vivo" disse...
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PRISCILA disse...

o cesar que aconteceu o pessoal desistiu de blogar até o tio e o pinduca diminuíram as postagens.KALANGO NIKA ???OLHA NADA MAIS ME SURPREENDE ,ESSA SEMANA O ADVOGADO QUE PAGUEI $3000,00 PARA FAZER OS DESMBARGO DECLARATORIOS ME PASSOU A PERNA,ISSO PORQUE O CONHEÇO A MAIS DE 20 ANOS E É UM EVANGÉLICO FERVOROSO.

PENSA QUE ESTOU ME DESCABELANDO,VCS NÃO VIRAM O QUE ACONTECEU EM ITUPEVA ESSA SEMANA.VCs NÃO VIRAM O DELEGADO TRABALHANDO DEPOIS QUE DELATO SEUS CÚMPLICES O QUE MAIS VCS PRECISAM PARA SABER DA PODRIDÃO QUE ENVOLVE ESSA CORJA.

POR ISSO DESISTI DE LUTAR CONTRA AS LEIS DOS HOMENS ESTOU SOZINHA NAS BATALHAS MAS SEMPRE BENEFICIO OS OUTROS MAS QUEM LEVA FAMA DE ZICA SOU SÓ EU QUE DEI A CARA A TAPA.

ESTOU FAZENDO PELO PRÓXIMO DE OUTRA FORMA.

Malukinha disse...

AHAHAHAH ESSE FOI A MELHOR...
ESSA É A MAIS ENGRAÇADA DEFINIÇÃO QUE JÁ LI, ATÉ HOJE, SOBRE O PSDB...?
O governo TUCANO é igual à camisinha:
A camisinha permite inflação, impede produção, destrói a próxima geração, protege um bando de porr.... e ainda
transmite um sentimento de segurança...
Enquanto, na verdade, alguém está sendo fodido.....!!!

Prá você se coçar disse...

Folha de hoje, 20/04/09

FERNANDO DE BARROS E SILVA

Indústria do golpismo
SÃO PAULO - Ninguém pode, de boa-fé, ser contrário à punição daqueles governantes que corrompem o processo eleitoral. Compra de votos, uso indevido da máquina pública, abuso do poder econômico -são todos comportamentos passíveis de sanções, até mesmo da cassação do mandato, medida que se banalizou, mas de trivial não tem nada. Este é o primeiro ponto.
Segundo: ninguém compromissado com a democracia pode aceitar que a cassação de alguém tenha como consequência a sua substituição por quem foi vencido nas urnas. O segundo colocado não é o próximo da fila, mas o que foi rejeitado pelo voto popular. Não é o reserva do time, é o adversário derrotado. É preciso desvincular o castigo ao corrupto do prêmio ao perdedor.
Não tem sido essa, porém, a interpretação da justiça eleitoral. Suas decisões recentes parecem dar curso a uma nova indústria do golpismo no país, agora com amparo legal. Ainda mal começamos a perceber as consequências políticas desse protagonismo.
Há dois meses, José Maranhão (PMDB), derrotado em 2006 por Cássio Cunha Lima (PSDB), assumiu o governo da Paraíba. Agora, Roseana Sarney (PMDB) vem ocupar o cargo de Jackson Lago (PDT) no Maranhão. Falta a esses dois governantes o oxigênio da democracia: legitimidade popular.
Há outros seis governadores na mira do TSE. Se a moda pega, corremos o risco de regredir para um quadro realmente sinistro: quase um terço das unidades da Federação nas mãos de quem foi derrotado nas urnas em 2006.
Não por acaso os governantes sub judice vêm de Estados periféricos, onde a disputa pelo poder se trava muitas vezes entre famílias rivais e o aparelho burocrático vive refém do arbítrio, sujeitado ao pessoalismo mais brutal.
O caso do Maranhão, a capitania hereditária dos Sarney e seus agregados, é exemplar e joga luz sobre um problema que o ultrapassa. A justiça eleitoral está patrocinando a reciclagem da política dos coronéis.


fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2004200903.htm